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19 de julho de 2013

Contadores vão reescrever o bê-á-bá

O Iasb pretende rever conceitos contábeis básicos, mas ao mesmo tempo fundamentais, como a definição de ativo e passivo, e também dar princípios sobre quais lançamentos devem entrar na demonstração de resultados do exercício.

Enquanto conclui a revisão de normas contábeis abrangentes e polêmicas como instrumentos financeiros, leasing, seguros e reconhecimento de receita, o Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês) acaba de entrar em um tema ainda mais complexo, embora aparentemente simples.

O Iasb pretende rever conceitos contábeis básicos, mas ao mesmo tempo fundamentais, como a definição de ativo e passivo, e também dar princípios sobre quais lançamentos devem entrar na demonstração de resultados do exercício (DRE) e quais devem ser registrados diretamente no patrimônio líquido.

O órgão internacional, com sede em Londres, colocou ontem em audiência pública um documento para discussão com uma proposta de revisão da "Estrutura Conceitual" do IFRS, que no Brasil é conhecida como CPC 00.

Neste documento existem hoje definições sobre conceitos como ativo, passivo, patrimônio líquido, receita e despesa, que servem para dar sustentação teórica à diretoria do Iasb quando ela elabora os pronunciamentos contábeis específicos.

A abrangência dos conceitos sendo discutidos dá uma ideia da relevância do debate do tema o futuro da contabilidade societária mundial. "Esse documento posto em discussão dá oportunidade às pessoas nos ajudarem a modelar o futuro das demonstrações financeiras, debatendo os conceitos que guiam nosso trabalho", declarou Hans Hoogervorst, presidente do Iasb, em comunicado divulgado ao mercado.

A área técnica do Iasb tentou ser bem sucinta nas definições propostas e procurou deixar clara a diferença entre a definição de um conceito como ativo ou passivo e os critérios para sua mensuração e reconhecimento no balanço.

Conforme o texto colocado em discussão, "um ativo de uma entidade é um recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos passados".

Em relação à definição atual de ativo, a principal diferença é a retirada do trecho que fala que se espera que de tais recursos "fluam futuros benefícios econômicos" para a entidade.

Como se nota, a ênfase ficou no recurso econômico, e não no benefício gerado por ele, o que pode ser uma fonte de discussão na audiência pública.

Do outro lado do balanço, o Iasb diz que "um passivo de uma entidade é uma obrigação presente de a entidade transferir um recurso econômico como resultado de eventos passados".

Nesse ponto, foi suprimido o trecho que diz que, quando da liquidação da obrigação, "se espera que resulte na saída de recursos da entidade capazes de gerar benefícios econômicos".

Na definição de patrimônio líquido, a área técnica do Iasb propõe que seja mantida a definição atual, que o explica apenas pela diferença entre ativos e passivos - ou seja, seriam ativos residuais, líquidos dos passivos.

A decisão de rever algumas dessas definições é consequência de um processo de consulta realizado pelo Iasb, que ouviu agentes envolvidos com IFRS em todo o mundo a respeito de que pontos deveriam estar na sua agenda futura. E a revisão da Estrutura Conceitual ficou entre as prioridades apontadas.

As definições de ativos e passivos são apenas um dos pontos do documento colocado em discussão ontem pelo Iasb, que tem um total de 239 páginas.

Os critérios para reconhecimento e "desreconhecimento" de ativos e passivos, bem como o tema da mensuração por custo histórico ou valor justo também estão contemplados.

O documento traz ainda novidades, como considerações sobre que tipo de lançamento deve transitar pela DRE ou na conta de outros resultados abrangentes, diretamente no patrimônio líquido. E apresenta também orientações sobre princípios que devem ser observados para divulgação de informações, seja nas peças contábeis como balanço patrimonial e DRE, ou nas notas explicativas, tema que até então era abordado apenas em pronunciamentos específicos.

O documento colocado em discussão ficará em audiência pública até 14 de janeiro de 2014. Depois de ouvir os comentários e sugestões dos interessados, o Iasb deverá então apresentar uma minuta com um novo texto para essa parte da Estrutura Conceitual. Feito isso, os agentes de mercado terão nova oportunidade de fazer comentários, antes da publicação da nova versão oficial.

Sobre reconhecimento, a proposta diz que devem ser reconhecidos todos os ativos e passivos que atenderem a definição, a não ser que o Iasb decida que o registro do ativo ou passivo vai proporcionar uma informação não relevante para os usuários do balanço, ou que a sua não mensuração vai resultar numa representação suficientemente fiel do ativo e do passivo.

Por enquanto, prudência fica de fora

Contrariando a expectativa que alguns agentes econômicos tinham, a volta do conceito de prudência para a Estrutura Conceitual do IFRS não está contemplada diretamente na proposta apresentada ontem pelo Iasb. Mas não está totalmente descartada.

Embora muitos contadores tenham aprendido na escola que o conservadorismo é um princípio da contabilidade, já faz tempo que ele não integra mais os normativos do padrão IFRS.

Primeiro ele foi substituído pelo conceito da prudência, que parecia menos incisivo, mas depois foi totalmente eliminado, pelo entendimento de que ele seria conflitante com o princípio da representação fidedigna da situação patrimonial da entidade. Ou seja, não deveria haver viés.

Mas ainda que não traga uma sugestão para a retomada do conceito, o órgão menciona que esse tema tem sido motivo de preocupação de alguns agentes e diz que ele pode ser contemplado.

A postura de evitar mudanças se justifica pela tentativa do órgão de não rever alterações feitas em 2010 nos capítulos iniciais da Estrutura Conceitual, que tratam do objetivo das demonstrações financeiras e das características qualitativas que devem ser observadas para a elaboração dos balanços - como representação fidedigna, relevância, comparabilidade etc.

Integram a lista de temas colocados em discussão pelo Iasb também assuntos como definição de modelo de negócio, unidade de conta, entidade em marcha e manutenção de capital.

 Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, julho 19, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

29 de maio de 2013

Microempresário individual é maioria em novos negócios

Criado em 2008 para permitir a formalização de profissionais autônomos com faturamento de até R$ 60 mil por ano, o microempreendedor individual (MEI) representa a maioria das novas empresas registradas no Brasil.

Entre janeiro e março deste ano, foram abertos 428.741 negócios. Desses, 65% foram criados por MEIs. Depois, vieram as empresas individuais, com 16% do total.

O setor de serviços foi o destaque no início deste ano, responsável por 59% das empresas abertas. Em seguida, ficou o comércio, com 32% do total, enquanto a indústria registrou 8% das aberturas.

Os resultados fazem parte de estudo inédito realizado pela Serasa Experian, empresa de informações financeiras, com dados das Juntas Comerciais de todo o país.

O estudo também comparou o total de nascimento de empresas nos primeiros três meses de 2013 com o dos primeiros trimestres desde 2010.

Os dados mostram queda de 4,1% na criação de empresas no primeiro trimestre de 2013, em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, responsável pelo estudo, a desaceleração da economia brasileira em 2012 está entre as causas da diminuição no número de empresas abertas.

Além disso, Rabi diz que o elevado nível de emprego atual estimula menos pessoas a trabalhar por conta própria.

"Geralmente, os microempreendedores são responsáveis por pequenas lojas e serviços de manutenção. Muitas vezes, quando eles têm a possibilidade de uma ocupação, vão para o mercado de trabalho como funcionários contratados", afirma.

O economista diz acreditar que, como a lei que instituiu o microempreendedor individual é nova, o seu impacto nas estatísticas será maior com o tempo.

Formalizado

O eletricista José Trajano de Souza, 40, formalizou-se como microempreendedor individual neste mês. Trabalhava como funcionário até o ano passado, mas, em 2013, viu a oportunidade de aumentar os seus ganhos atuando por conta própria.

"Pouca gente tem conhecimento da minha profissão e sempre tem muito serviço para fazer", diz o eletricista.

Trajano conta que conheceu o MEI pela televisão e que foi orientado pelo Sebrae sobre como se formalizar.

Pagando R$ 32 por mês de impostos e contribuição para a Previdência, ele diz que, além da possibilidade de aposentadoria, a formalização como microempreendedor individual permite que ele possa fazer mais trabalhos.

"Vi que tem muito serviço que eu poderia pegar, mas, para conseguir o trabalho, precisava emitir nota", afirma o eletricista.

Fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, maio 29, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

Auditoria vê diferença milionária na contabilidade da Via Varejo

Contratada pela Via Varejo para levantar possíveis inconsistências na contabilidade, a auditoria KPMG descobriu diferenças de avaliação de valores que superestimaram o patrimônio da empresa em R$ 230 milhões.

A maior parte desse valor é uma diferença na avaliação do patrimônio da Casas Bahia e do Ponto Frio, empresas que se juntaram em 2010 para formar a Via Varejo.

A Folha apurou que R$ 170 milhões são resultado de uma diferença na avaliação dos ativos da Casas Bahia e da fabricante de móveis Bartira.

A cifra também inclui R$ 50 milhões em vendas supostamente realizadas pela Casas Bahia. As cerca de 73 mil notas fiscais dessas vendas desapareceram.

O relatório aponta ainda o não recolhimento do Imposto de Renda, PIS e Cofins e ICMS dessas vendas.

No Ponto Frio, a diferença patrimonial foi inicialmente de R$ 35 milhões.

Mas a Folha apurou que esse número pode chegar a R$ 60 milhões.

Além desses valores, a KMPG apontou novas inconsistências que não puderam ser mensuradas. Isso significa que o valor pode extrapolar os R$ 230 milhões.

Oficialmente, as empresas dizem que os números apontados pela KPMG não são definitivos, mas se negam a comentar o relatório, que é sigiloso e não pode ser usado em processos judiciais.

O assunto está sendo conduzido pelo comitê financeiro da Via Varejo com apoio técnico dos executivos.
solução

Segundo apurou a reportagem, a solução que deverá ser aprovada é o pagamento das diferenças pelas partes para que o assunto seja encerrado.

Acerto semelhante foi feito no ano passado por outras diferenças.

Resolvida essa controvérsia entre os sócios, a empresa fica livre para seguir adiante com o plano da família Klein, que detém 47% da Via Varejo, de vender parte de suas ações por meio de abertura de capital da companhia.

A empresa foi avaliada em até R$ 12 bilhões -quase o triplo do valor na época da fusão. A abertura de capital agrada ao Casino, grupo francês que controla o Pão de Açúcar, dono dos outros 53%.

Procurada, a KPMG preferiu não comentar.

Fonte: Folha de São Paulo / 29.05.2013 / JULIO WIZIACK / TONI SCIARRETTA
quarta-feira, maio 29, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

24 de maio de 2013

Brasileiro vai trabalhar 150 dias em 2013 só para pagar imposto, diz IBPT

Em 2013, o brasileiro irá trabalhar 150 dias, ou quase cinco meses do ano, somente para pagar impostos, taxas e contribuições aos cofres públicos. Ou seja, considerando toda a carga tributária incidente sobre a renda bruta anual, o contribuinte irá trabalhar até o próximo dia 30 só para pagar tributos, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), divulgado nesta quarta-feira (22).

A quantidade de dias do comprometidos com o pagamento de impostos é a mesma registrada no ano passado. Mas em razão do ano de 2012 ter sido bissexto, o contribuinte cumpriu  suas obrigações  tributárias com o Fisco um dia mais cedo, no dia 29 de maio.

De acordo com o estudo feito anualmente pelo IBPT, o pagamento dos tributos comprometerá, em média, cerca de 41,82% da renda bruta do trabalhador em 2013. Dependendo da faixa de renda, o percentual e, consequentemente, o número de dias trabalhados para pagar impostos, aumenta.

O presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, destaca que esse percentual tem aumentado nos últimos anos. Segundo o IBPT, hoje se trabalha o dobro do que se trabalhava na década de 70 para pagar a tributação. A média de número de dias trabalhados por ano somente para pagar tributos subiu de 76, na década de 70, para 102 na década de 90, e, nos ano de 2000 ultrapassou os quatro meses.

"Em 2012, comprometeu 40,98% do seu ganho para este fim e, em 2011, 40,82%. Apesar de contribuir cada vez mais com a crescente arrecadação tributária do país, que em 2012 chegou a R$ 1,59 trilhão, o brasileiro continua não vendo a adequada aplicação deste recursos em serviços públicos de qualidade, principalmente nos setores de educação, saúde, segurança e outros fundamentais para que a sociedade se desenvolva”, afirma.

O estudo “Dias Trabalhados para pagar Tributos” considera a tributação incidente sobre rendimentos, formada pelo Imposto de Renda Pessoa Física, contribuições previdenciárias e sindicais; e a tributação sobre o consumo de produtos e serviços, como PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS, etc; e a tributação sobre o patrimônio, onde se incluem IPTU, IPVA. As taxas de limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos e contribuições, como no caso da iluminação pública também são consideradas.

Fonte: G1
sexta-feira, maio 24, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

19 de maio de 2013

Receita faz operação contra fraudes no IR que envolve 2 mil contribuintes

Receita irá revisar declarações supostamente envolvidas em esquema de fraude; prejuízo supera R$ 100 milhões.

A Receita Federal e a Polícia Federal executaram na manhã desta quinta-feira (16) uma operação em São Paulo para combater fraudes nas declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física. 

De acordo com a Receita, foram cumpridos mandados de prisão temporária contra um servidor da Receita e três contra contadores, além de um mandado de busca e apreensão em um escritório de contabilidade. 

A operação, batizada de Publicano, envolve cerca de 2 mil contribuintes pessoas física que enviaram cerca de 5 mil declarações, entre os anos de 2010 e 2012, suspeitas de conter dados, como o uso de valores indevidos de deduções e despesas médicas e odontológicas, para gerar ilicitamente imposto menor a pagar ou restituições fraudulentas.

Além disso, segundo as investigações, a Receita detectou o emprego de vários artifícios para evitar a retenção das declarações na malha fina.

Prejuízo

Ainda segundo a Receita Federal, os prejuízos aos cofres públicos podem superar os R$ 100 milhões. O órgão irá revisar todas as declarações envolvidas no esquema, bem como adotará as medidas fiscais necessárias para a recuperação dos valores desviados.

Além do pagamento dos impostos devidos, os contribuintes envolvidos – em sua maioria profissionais liberais com altos rendimentos, especialmente médicos, dentistas e advogados -, estão sujeitos ao pagamento de multas, sem o prejuízo da responsabilização criminal, conforme o caso.

Por Gladys Ferraz Magalhães

Fonte: Infomoney

domingo, maio 19, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

26 de abril de 2013

Contabilista terá que ter nível superior em 2015


Com a mudança, a figura do técnico em contabilidade deixará de existir

A partir de 2015, quem quiser atuar na área contábil terá de, obrigatoriamente, cursar Ciências Contábeis em nível superior. A figura do técnico em contabilidade deixará de existir. Hoje, 25 de abril, é o Dia do Contabilista e a informação sobre a mudança do perfil desse profissional foi passada ontem pelo delegado do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo, em Sorocaba, Fernando Nunes de Lima. Ele, contudo, esclarece que quem já é formado pelo curso técnico ou que esteja cursando, poderá, sem problema, retirar o registro nos conselhos regionais:

"Depois de 2015, somente terá o registro quem fizer a faculdade", acentua. Outra novidade na área é que os profissionais que forem atuar no mercado terão de fazer um exame de suficiência com 50 questões alternativas para tirar o registro, tendo de acertar pelo 50% da prova. Essas alterações, entre outras, foram definidas em uma lei sancionada em 2010 que alterou parte do texto definido na lei de 1946 que regulamenta a profissão.

Chamado de profissional da área contábil, não mais de contador ou contabilista, segundo Fernando Lima, esse é um segmento que está em franco crescimento, favorecendo ao profissional encontrar vagas em qualquer área do mercado de trabalho. "Estamos vivendo um êxtase da área contábil, na qual o profissional pode atuar como empresário, auditor, perícia, na parte pública, enfim, hoje o mercado para o profissional contábil é uma das áreas que oferece um leque maior de opções, sobressaindo-se a outras profissões", compara. E falando-se em profissional contábil, Fernando Lima explica a diferença entre a nomenclatura contador e contabilista. "Contabilista é a classe composta por técnicos e bacharéis em Ciências Contábeis, ambos fazem parte dessa classe. E o contador é o profissional da área, mas desde o ano passado não se fala mais em contabilista ou contador e sim profissional contábil." E para quem não sabe, existe também o Dia do Contador, comemorado em 22 de setembro.

Ano da Contabilidade

O ano de 2013 foi considerado pela classe como o Ano da Contabilidade, período em que os conselhos regionais e as outras classes representativas do setor massificarão a campanha de conscientização da sociedade com relação ao posicionamento do profissional contábil. Hoje, ele não é mais aquele que guarda livros, o perfil atual desse profissional é de consultor, que registra documentos e participa das tomadas de decisões dentro de uma organização, colaborando para a continuidade do negócio. "Esse profissional é hoje mais que um escriturador, é um parceiro do negócio, e para que a empresa possa se desenvolver precisa ter um bom profissional da área contábil", destaca.

A presença de um contabilista no terceiro setor ainda é tímida, mas o profissional já começa a encontrar espaço nesse segmento. Embora não vise lucros, o terceiro setor precisa ter a sua contabilidade, já que, entre outros documentos, tem de preparar relatórios para prestação de contas, por exemplo. Na área pública, também há carência desse profissional, mas a situação vem-se modificando e já é possível encontrar como requisito básico nos certames públicos a formação em Ciências Contábeis.

Remuneração atrativa

Sorocaba e região contabilizam atualmente cerca de 3 mil profissionais registrados. No Estado de São Paulo, há 140 mil profissionais, o que equivale a 30% do número de registros em todo o Brasil, em torno de 480 mil. De acordo com Fernando Lima, o mercado para esse profissional ainda é amplo e o salário, embora no começo não seja tão atraente, passa a ficar bom com o tempo de experiência do profissional: "O salário inicial de um auxiliar gira em torno de R$ 900, mas um gerente ou contador efetivo, por exemplo, pode chegar a R$ 15 mil ou mais", diz. Ainda é um mercado com o maior número de homens registrados, mas esse cenário também está modificando, de modo que os conselhos vêm registrando mais mulheres.

Por fim, Fernando Lima parabeniza a categoria e destaca que o profissional precisa estar sempre em uma formação continuada, atrelado à harmonização das práticas contábeis. "Antes de 2010, a realidade era outra, hoje é diferente." Segundo ele, o contabilista saiu daquela sombra da área fiscal, passando a ser importante nas decisões financeiras e de negócios da empresa.

Fonte: Jornal O Cruzeiro
sexta-feira, abril 26, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

25 de Abril - DIA DO CONTABILISTA - os Motivos para Comemorar


O dia do contabilista, comemorado em 25 de abril, onde a classe contábil comemora os avanços legais e sua valorização junto ao mercado.


O novo cenário da Contabilidade no Brasil trouxe consigo muitas oportunidades para os profissionais da área, principalmente no que diz respeito à adaptação da contabilidade ao padrão internacional  (IFRS) .

A transição para este novo modelo contábil e a necessidade de atualização constante, trazem novas perspectivas à profissão que volta a ser entendida como uma ótima ferramenta gerencial e não mais um mal necessário para atendimento ao fisco.

O mercado se mantém bastante aquecido para este ramo profissional, novas empresas são criadas todos os dias; empreendimentos se profissionalizam cada vez mais; a busca por consultorias especializadas aumenta em grande proporção e os serviços de auditoria são cada vez mais bem vistos pelos empresários, mesmo que não estejam obrigados a ela.

Desta forma, escritórios contábeis e de assessoria abrem novas vagas em todas as áreas, seja no setor público, privado ou no terceiro setor.

A exigência de Exame de Suficiência para exercício regulamentar da profissão, também é um grande motivo de comemoração para a classe, já que com a aplicação deste exame deverá haver um melhor nivelamento da profissão e uma maior exigência para quem deseja atuar como contabilista.

Faculdades precisam aprimorar ainda mais seu programa de ensino e os acadêmicos devem buscar a realização de atividades complementares e horas extra-classe para enriquecer seus currículos e ganhar conhecimento primordial para seu aceite no mercado de trabalho.

O Brasil vem crescendo em termos contábeis e na valorização dos bons profissionais.

A contabilidade será cada vez mais voltada para decisões que auxiliarão a administração da empresa no processo de gestão.

A contabilidade ganha novo espaço e os contadores, valor.

Fonte: Boletim Contábil
sexta-feira, abril 26, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

22 de março de 2013

Exame de Suficiência reúne neste domingo, 24 de março, quase 12 mil candidatos no Estado de São Paulo



Prova, existente desde 2011, é comparada ao Exame da Ordem dos advogados; profissionais precisam ser aprovados para exercer a profissão

Neste domingo, 24 de março de 2013, 11.926 candidatos, entre Técnicos em Contabilidade e bacharéis em Ciências Contábeis do Estado de São Paulo, prestarão o primeiro Exame de Suficiência de 2013, que acontece simultaneamente em todo o País. Na capital paulista, o número é de 4.996 candidatos.

A avaliação, realizada duas vezes por ano pela Fundação Brasileira de Contabilidade, é um dos requisitos para a obtenção do registro que habilita a exercer a profissão. Para poder realizar a prova, é necessário estar cursando o último ano ou ser bacharel em Ciências Contábeis ou Técnico em Contabilidade.

As áreas de conhecimento abordadas nas provas para Técnicos em Contabilidade são: Contabilidade Geral, Contabilidade de Custos, noções de Direito, Matemática Financeira, Legislação e Ética Profissional, Princípios de Contabilidade, Normas Brasileiras de Contabilidade e Língua Portuguesa.

Nas provas dos bacharéis em Ciências Contábeis serão exigidos conhecimentos nas mesmas áreas dos Técnicos, incluindo: Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Contabilidade Gerencial, Controladoria, Teoria da Contabilidade, Auditoria Contábil, Perícia Contábil e Estatística.

O exame ocorrerá em todo o País, das 8h30 às 12h30, horário de Brasília. No Estado de São Paulo, a prova será aplicada em 19 cidades, incluindo a capital: Araçatuba; Araraquara; Bauru; Campinas; Guarulhos; Jundiaí; Marília; Osasco; Piracicaba; Presidente Prudente; Ribeirão Preto; Santo André; Santos; São Bernardo do Campo; São José da Boa Vista; São José dos Campos; São José do Rio Preto e Sorocaba.

O segundo Exame de Suficiência em 2013 vai acontecer no dia 29 de setembro. Mais informações sobre o exame no site do CFC (Conselho Federal de Contabilidade) - http://portalcfc.org.br/.


Locais das provas nas cidades do Estado de São Paulo

CIDADE - LOCAL

ARAÇATUBA - 181 candidatos
LOCAL: UNICOLÉGIO OBJETIVO ARAÇATUBA ENDEREÇO: RUA PORANGABA, 1030 – VILA INDUSTRIAL – ARAÇATUBA/SP

ARARAQUARA - 112 candidatos
LOCAL: E. E. PROF. VICTOR LACORTE - ENDEREÇO: AVENIDA MÁRIO YBARRA DE ALMEIDA – 1.355 – BAIRRO: SÃO JOSÉ – ARARAQUARA/SP

BAURU - 268 candidatos
LOCAL: INSTITUIÇÃO TOLEDO DE ENSINO – ITE - ENDEREÇO: RUA ANTONIO SILVA SOUTO, QUADRA 2, BLOCO 3 – BAURU/SP

CAMPINAS - 730 candidatos
LOCAL: PUC CAMPINAS - ENDEREÇO: RODOVIA DOM PEDRO I, KM 136 CAMPINAS/SP

GUARULHOS - 390 candidatos
LOCAL: FACULDADE DE CIÊNCIAS DE GUARULHOS – FACIG - ENDEREÇO: AVENIDA GUARULHOS, 1844 – VILA AUGUSTA – GUARULHOS/SP

JUNDIAÍ - 321 candidatos
LOCAL: UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIDADE JUNDIAÍ - ENDEREÇO: AVENIDA ARMANDO GIASSETTI, 577 – VILA HORTOLÂNDIA – JUNDIAÍ/SP

MARÍLIA - 192 candidatos
LOCAL: FUNDAÇÃO DE ENSINO EURIPEDES SOARES DA ROCHA - UNIVEM - ENDEREÇO: AV. HYGINO MUZZI FILHO, 1001 – CAMPUS UNIVERSITÁRIO

OSASCO - 695 candidatos
LOCAL: UNIVERSIDADE BANDEIRANTES DE SÃO PAULO - UNIBAN - ENDEREÇO: AV. DOS AUTONOMISTAS, 1325 – VILA YARA – OSASCO/SP

PIRACICABA - 430 candidatos
LOCAL: UNIMEP – UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA - ENDEREÇO: RODOVIA DO AÇÚCAR, KM 156 – PIRACICABA/SP

PRESIDENTE PRUDENTE - 179 candidatos
LOCAL: SENAC  - ENDEREÇO: AVENIDA MANOEL GOULART, 2.881 – JARDIM DA ROSAS – PRESIDENTE PRUDENTE/SP

RIBEIRÃO PRETO - 598 candidatos
LOCAL: UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RIBEIRÃO PRETO - ENDEREÇO: AV. CARLOS CONSONI, 10 – JARDIM CANADÁ – BLOCO B – RIBEIRÃO PRETO

SANTO ANDRÉ - 466 candidatos
LOCAL: SENAC – UNIDADE SANTO ANDRÉ ENDEREÇO: RUA RAMIRO COLLEONI, 110 – CENTRO – SANTO ANDRÉ/SP

SANTOS - 357 candidatos
LOCAL: UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA - UNISANTA - ENDEREÇO: RUA OSWALDO CRUZ, 277 – BOQUEIRÃO – SANTOS

SÃO BERNARDO DO CAMPO - 404 candidatos
LOCAL: UNIVERSIDADE METODISTA - ENDEREÇO: RUA ALFEU TAVARES, 149 – RUDGE RAMOS – SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP

SÃO JOÃO DA BOA VISTA - 112 candidatos
LOCAL: UNIFAE – CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO 
ENDEREÇO: LARGO ENGENHEIRO PAULO SANDEVILLE, 15 – JARDIM SANTO ANDRÉ – SÃO JOÃO DA BOA VISTA/SP

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - 538 candidatos
LOCAL: FACULDADE E ESCOLA TÉCNICA DOM PEDRO II - ENDEREÇO: AV. BADY BASSIT, 3777 – VILA IMPERIAL – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - 469 candidatos
LOCAL: FACULDADE OLAVO BILAC - ENDEREÇO: RUA FRANCISCO PAES, 84 – CENTRO – SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP

SÃO PAULO - 4.996 candidatos
LOCAL: UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO – CAMPUS VERGUEIRO - ENDEREÇO: AV. VERGUEIRO, Nº 235/249 – VERGUEIRO – SÃO PAULO/SP

SOROCABA - 488 candidatos
LOCAL: UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIDADE SOROCABA - ENDEREÇO: AVENIDA INDEPENDÊNCIA, 210 – ÉDEN – SOROCABA/SP

Para ser aprovado

Para ser aprovado, o candidato deverá acertar, no mínimo, 50% da prova. Caso obtenha a pontuação necessária, o profissional recebe uma certidão de aprovação, com validade de dois anos para a solicitação de registro em CRC. O prazo começará a contar a partir da publicação do resultado no DOU (Diário Oficial da União).

Sobre o Exame de Suficiência

A Resolução CFC nº 1.301, que regulamenta o Exame de Suficiência, foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) no dia 28 de setembro de 2010 e entrou em vigor na mesma data. Desde então, os bacharéis em Ciências Contábeis e Técnicos em Contabilidade são obrigados a fazer a prova para obter o registro e exercer a profissão.

Até agora já foram realizadas quatro provas. No primeiro exame, aplicado em março de 2011, foram 14.255 participantes bacharéis e 2.353 Técnicos. O volume subiu, em setembro do mesmo ano, para 19.687 bacharéis e 4.139 técnicos. Na 1ª edição de março de 2012 foram 26.316 bacharéis e 4.404 Técnicos. E a 2ª edição registrou 37.643, sendo 31.999 bacharéis e 5.644 técnicos participantes em todo o País.

Fonte: CRC SP
sexta-feira, março 22, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

Empresas da área contábil avaliam desafios da gestão


Considerada uma das profissões mais valorizadas do mercado brasileiro, as empresas contábeis se deparam com inúmeras mudanças que foram impulsionadas pelas normas internacionais de contabilidade e pelos sucessivos avanços tecnológicos.

O Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon/RS) promoveu, entre segunda-feira e ontem, o 1º Encontro Gaúcho das Empresas de Serviços Contábeis (Egescon). Cerca de 300 empresários da contabilidade de diferentes regiões gaúchas estiveram reunidos na sede da Amrigs, em Porto Alegre, para atualizar conceitos, trocar ideias e discutir o futuro dos seus negócios. “As empresas de contabilidade do Rio Grande do Sul são responsáveis pela manutenção e até pela gestão de grande parte dos empreendimentos gaúchos,” avalia o presidente do Sescon-RS, Jaime Gründler Sobrinho, ao falar da importância da primeira edição do evento na Capital.

Para estimular os participantes a empreender e a investir em seus negócios, o evento apresentou um case de sucesso da empresa de Rui Cadete, ex-presidente do Sescon do Rio Grande do Norte e sócio-fundador do escritório que leva o seu nome. “Não se faz nada sozinho, os contadores precisam ter consciência de que o principal é concentrar esforços em formar uma boa equipe”, orienta Cadete. “Não basta entender de números, temos que gostar de gente”, salientou. 

Considerada uma das profissões mais valorizadas do mercado brasileiro, as empresas contábeis se deparam com inúmeras mudanças que foram impulsionadas pelas normas internacionais de contabilidade e pelos sucessivos avanços tecnológicos. Além da adequação do conhecimento, a atuação do contador passa a ser ainda mais ampla. “Estamos saindo do status de contadores para gestores”, diz a presidente do Sescon Blumenau (SC), Daniela Zimmermann Schmitt. Segundo ela, o profissional precisa perceber a abrangência da sua atividade.

Os desafios trazidos pela Tecnologia foram apresentados pelo palestrante, professor e coordenador de mercado e núcleo internacional global jr. da ESPM Sul, Christian Fassel Tudesco. Para ele, é preciso entender de comportamento humano para atender às necessidades do cliente. “O fundamental é perceber quais as coisas que ele atribui valor”, destacou. 

As novidades e as dúvidas sobre o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) também fizeram parte do encontro e foram abordadas pelo consultor e especialista no tema, Marcio Felicori Tonelli. A Escrituração Contábil Digital (ECD), a partir de 2014, passará a ser uma obrigatoriedade também para as empresas do lucro presumido. Portanto, ele alertou para que os contadores comecem a se preparar ainda mais para as mudanças que virão.

Fonte: Jornal do Comércio
sexta-feira, março 22, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

12 de fevereiro de 2013

Sefaz-SP lança aplicativo para empresas rastrearem notas fiscais


Interessados podem baixar ferramenta na internet

A partir de agora, os contribuintes de qualquer estado brasileiro poderão visualizar todas NF-e (Notas Fiscais Eletrônicas) lançadas em qualquer local do País. O rastreamento será possível por meio do "Aplicativo de Manifestação do Destinatário" lançado pela Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo), já disponível para download. Além de saber todos os documentos que foram emitidos utilizando seus dados cadastrais, o contribuinte poderá confirmar se reconhece ou não as operações comerciais discriminadas. As notas reconhecidas como devidas pelo contribuinte também poderão ser confirmadas.

Caso visualize alguma emissão indevida, por exemplo, o contribuinte poderá entrar em contato com a Secretaria e denunciar a possível fraude ou simulação. A expectativa é de que o novo programa evite tais problemas e ajude na apuração dos impostos a serem pagos.

O programa era uma demanda antiga do mercado, desde que a Nota Fiscal Eletrônica foi implementada. Como o comprovante de papel foi extinto, qualquer um poderia emitir uma nota contra o destinatário e a empresa não ficaria sabendo, já que não existia controle. Nesse sentido, o novo aplicativo facilitará também o controle do fluxo de caixa e apuração de impostos das empresas, por possibilitar o acompanhamento até mesmo diário das compras realizadas.

Fonte: CRC-SP
terça-feira, fevereiro 12, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

Alunos de Contabilidade podem se cadastrar para participar das atividades de educação continuada

 Confira o que é necessário para participar

A partir de agora, alunos do curso de Ciências Contábeis de todos os anos/semestres e do curso Técnico em Contabilidade poderão participar de diversas atividades de educação continuada organizadas pelo CRC SP em todo o Estado. As vagas serão distribuídas proporcionalmente, de acordo com a capacidade dos locais. 

O aluno interessado deve imprimir, preencher e assinar a ficha cadastral e entregá-la na sede ou delegacia do CRC SP na sua cidade, junto com a declaração fornecida pela instituição de ensino, podendo ser, também, o comprovante do pagamento autenticado de matrícula.  

Assim que a aprovação do pedido for liberada, o aluno receberá a senha para inscrição nas palestras, seminários, oficinas, autoestudo, impressão de apostilas, emissão de certificados e acesso a outros serviços online.

Fonte: CRC-SP
terça-feira, fevereiro 12, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

Notícia: O Sped não solucionará nossas distorções tributárias


Empreendedores e gestores agora têm seus atos expostos através de registros digitais que trafegam entre fornecedores, clientes, transportadores, organizações contábeis, e, obviamente, o fisco.

A foice é uma ferramenta muito importante para a história da humanidade. Seu uso possibilitou o crescimento das práticas agrícolas que marcaram o fim dos povos nômades na Pré-história. A melhoria nas técnicas de cultivo possibilitaram a fixação do Homo sapiens e o surgimento de vilas e cidades. A tecnologia da foice é bastante antiga, sendo que há evidências do uso dessa ferramenta, ainda em pedra, há cerca de 3.000 a.C..

O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) é um instrumento desenvolvido pela Receita Federal do Brasil (RFB) e autoridades tributárias estaduais com o objetivo inicial de combater a sonegação e, simultaneamente, reduzir o peso dessa burocracia sobre as empresas. A participação dos contribuintes, a transparência mútua e a construção conjunta de toda esta complexa sistemática são princípios amplamente divulgados como norteadores do projeto.

Na prática, as informações sobre a gestão de estoques, financeira, logística, tributária e de pessoal das empresas estão migrando do suporte físico, o papel, para o digital, por meio de documentos e livros fiscais eletrônicos.

Essa mudança de meio de armazenamento do conhecimento empresarial representa um salto gigantesco na história da administração. Empreendedores e gestores agora têm seus atos expostos através de registros digitais que trafegam entre fornecedores, clientes, transportadores, organizações contábeis, e, obviamente, o fisco.

O Sped acelera o processo de transformação do homo sapiens para o "Homo connectus", do ponto de vista corporativo. Entretanto, foice e o Sped são ferramentas. O agente das (re)voluções sempre foi e sempre será o homo, seja ele sapiens ou connectus.

Não há razão lógica para idolatria de tecnologias. Em vários momentos da história da humanidade a foice foi usada como símbolo ideológico motivando discussões apaixonadas, infrutíferas e perversas.

Hoje o Sped também vem sendo utilizado, por alguns, como pretensa bandeira para causas nobres: redução da carga tributária, simplificação do sistema tributário, transparência e cooperação. Pura ilusão: uma nova tentativa de modernizar o "ópio do povo".

Jamais podemos nos esquecer que somente o ser humano é capaz de resolver os problemas por ele criados. Não será a foice, nem o Sped que solucionará as graves distorções tributárias que destroem o potencial empreendedor do brasileiro.

Muito menos será o Sped o responsável pela transparência nas relações ou cooperação entre Estado e sociedade. Somente pessoas com princípios éticos e morais podem sustentar relacionamentos sadios. Ou seja, o foco não é a tecnologia e sim o seu uso.

Fonte: Conjur (Por Roberto Dias Duarte) | 07.02.2013
terça-feira, fevereiro 12, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

Notícia: Micros e pequenas empresas podem contratar capital de giro em caixas eletrônicos do BB


Empresas podem liberar operações da linha BB Giro Rápido diretamente pelos caixas eletrônicos, de qualquer lugar e com toda comodidade

O empréstimo, direcionado às micro e pequenas empresas com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões, pode ser contratado com garantias reais ou pessoais. Para a empresa que não conta com garantias suficientes, o BB coloca à disposição o Fundo de Garantia de Operações (FGO), que garante até 80% do valor da operação e possibilita à empresa acessar taxas mais atrativas.

Ao realizar a liberação de crédito, o sistema informa automaticamente o valor contratado, o saldo utilizado e a margem disponível do contrato, além de apresentar a data do vencimento e a taxa de juros da operação. O valor contratado é creditado no mesmo momento na conta-corrente da empresa. O serviço pode ser liberado pelos terminais de autoatendimento do Banco.

Fonte: Portal Brasil | 07.02.2013
terça-feira, fevereiro 12, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

5 de dezembro de 2012

Arquivos para manifesto do destinatário já estão disponíveis para download


Os contribuintes já podem baixar os arquivos XML da NF-e emitidas em operações comerciais que tenham registrados os eventos de “Ciência da Emissão” ou “Confirmação da Operação”.

Os arquivos estão disponíveis no Ambiente Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br). O download deve ser feito com o uso de certificado digital pelos contribuintes que são destinatários das NF-e emitidas em operações comerciais.

Trata-se da manifestação do destinatário, a mais nova obrigação imposta pelo Fisco, que trará muitos benefícios aos contribuintes mesmo antes do recebimento da mercadoria.

Entre as vantagens citadas por César Furquim, auditor fiscal da Gerência de Automação Fiscal da Secretaria da Fazenda da Bahia, é a capacidade de identificar todas as NF-e emitidas onde o CNPJ/IE aparece como destinatário, que possibilita a constatação do uso indevido da sua inscrição estadual por empresas emissoras inidôneas.

“A manifestação do destinatário é um dos eventos que surgem ao longo da vida da nota eletrônica e é efetivado após a sua emissão. Fazendo o download das notas emitidas em favor da empresa é possível preparar antecipadamente todos os recursos internos para o recebimento desta carga”, ressalta.

Segundo ele, o evento proporciona segurança jurídica no uso do crédito fiscal correspondente. Uma nota confirmada não poderá ser cancelada pelo seu emitente, bem como o registro, junto aos fornecedores, confirmando o recebimento da mercadoria.

Isso constitui formalmente o vínculo comercial que resguarda juridicamente as faturas, sem a necessidade de assinatura no canhoto impresso no Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica).

Através do manifesto do destinatário, o contribuinte confirma a sua participação na operação acobertada pela NF-e emitida para o seu CNPJ. Inicialmente, será obrigatória apenas para as empresas do segmento de combustíveis.

A partir de 1º de março do próximo ano, o manifesto do destinatário será obrigatório para os estabelecimentos distribuidores e, em julho, será a vez dos postos de combustíveis, transportadores e revendedores retalhistas.

Entretanto, a manifestação do destinatário poderá ser realizada voluntariamente por todas as empresas que desejem obter os benefícios do recurso.

Fonte: TI Inside
quarta-feira, dezembro 05, 2012 Postado por Unknown 0

Faturamento anual é um dos critérios para adesão ao Simples Nacional

Os contribuintes já podem formalizar o pedido de ingresso ao Simples Nacional no ano-calendário 2013, mas devem observar se preenchem os requisitos necessários.

Podem fazer parte do regime tributário micro e pequenas empresas, sociedades simples, Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) e empreendedores individuais.

O faturamento é um dos critérios considerados. No caso de microempresa, por exemplo, a receita bruta anual não pode ultrapassar o patamar de R$ 360 mil.

Já o teto para as pequenas empresas é o faturamento bruto anual de R$ 3,6 milhões.

A opção ao Simples Nacional deve ser feita até o último dia útil de janeiro do próximo ano. Mas para facilitar o ingresso e antecipar a verificação de pendências impeditivas, os contribuintes poderão fazer o agendamento da opção no Portal do Simples Nacional (www8.receita.fazenda.gov.br) até o dia 28 deste mês.

Dessa forma, o contribuinte poderá dispor de mais tempo para regularizar as pendências porventura identificadas.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) informa que os débitos do Simples Nacional que não foram pagos ou parcelados até o momento foram inscritos em Dívida Ativa da União.

Veja a nota publicada:

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional - PGFN informa que foram inscritos em Dívida Ativa da União os débitos de Simples Nacional, objeto da DASN 2008 (Períodos de Apuração - PA 07/2007 a 12/2007), para os quais não houve respectivo pagamento ou parcelamento.

Pagamento:

O pagamento dos débitos inscritos deverá ser efetuado por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional da Dívida Ativa da União - DASDAU, a ser emitido, exclusivamente, no Portal do Simples Nacional, na opção Simples – Serviços > Cálculo e Declaração > “Gerador de DAS da Dívida Ativa da União”.

Parcelamento:

É possível o parcelamento dos débitos inscritos, conforme regramento previsto na Portaria PGFN nº 802/2012.

Para parcelar as inscrições do Simples Nacional, basta acessar o portal e-CAC da PGFN e selecionar a opção “Parcelamento Simplificado”. Após solicitar o parcelamento da inscrição no e-CAC, a formalização ficará condicionada ao pagamento da primeira parcela, que deverá ser efetuado por meio de DASDAU a ser emitido no Portal do Simples Nacional (na mesma opção “Gerador de DAS da Dívida Ativa da União”).

O acesso aos serviços da Procuradoria no portal e-CAC da PGFN requer cadastramento inicial no próprio portal e-CAC (são solicitados dados da pessoa jurídica e do seu responsável). O cadastramento só será efetuado se houver débitos inscritos, caso contrário, será fornecida mensagem de inexistência de débitos em dívida ativa da União.

O aplicativo “Gerador de DAS da Dívida Ativa da União” permite a geração de DASDAU em valor integral do débito ou em valor correspondente a uma parcela (para quem efetuou o parcelamento).

Não foram inscritos em dívida ativa da União os débitos de ICMS e ISS dos Estados e Municípios que, na data da inscrição, tinham convênios vigentes com a PGFN, celebrados na forma do art. 41, §3º, da Lei Complementar nº 123/2006.

Fonte: TI Inside
quarta-feira, dezembro 05, 2012 Postado por Unknown 0

29 de novembro de 2012

Notícia: Contador, um aliado das micro e pequenas empresas


Nesta entrevista ao Diário do Comércio, o contador adianta que pretende formar um grupo de trabalho para formular propostas à nova secretaria.

A Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa nem saiu do papel, mas o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP) já se antecipou em colaborar com o organismo, que terá status de ministério, com propostas visando melhorar a gestão dos pequenos negócios. Será uma parceria especial, levando em conta todo o conhecimento que os profissionais da contabilidade têm sobre a rotina dos micro e pequenos empresários. "Conhecemos muito a realidade do segmento", afirma o presidente do CRC-SP, Luiz Fernando Nóbrega.

Nesta entrevista ao Diário do Comércio, o contador adianta que pretende formar um grupo de trabalho para formular propostas à nova secretaria. Ele aborda a importância da contabilidade em tempos de Sped e do processo de adaptação da contabilidade aos padrões internacionais. E mais: Nóbrega revela como o excesso de exigências fiscais gera conflitos entre o contador e o cliente.

Diário do Comércio – Qual a sua opinião sobre o projeto recém aprovado pela Câmara que trata da criação da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa?

Luiz Fernando Nóbrega – Somos favoráveis à criação e queremos estar inseridos neste processo. Os profissionais da contabilidade são detentores de um conhecimento profundo das micro e pequenas empresas brasileiras. Como essas empresas não têm uma estrutura completa, com suporte de controladoria, finanças e de contabilidade, tudo é concentrado no contador. Conhecemos muito a realidade do segmento. A nossa ideia é formar um grupo de trabalho não só com pessoas do conselho de São Paulo, mas de entidades que representam a profissão, como o sindicato das empresas, dos auditores, peritos, para fomentar a nova secretaria com informações e sugestões sobre os principais gargalos do segmento. Queremos contribuir com sugestões para que a nova secretaria ajude a alavancar as empresas de pequeno porte.

DC – Por que é importante para as pequenas empresas adequarem a sua contabilidade aos padrões internacionais conhecidos como IFRS (International Financial Reporting Standard). É caro adaptar os balanços à nova realidade? 

Nóbrega – Não é um processo simples transformar a contabilidade para os padrões internacionais, por isso é custoso. E hoje o micro e o pequeno empresário não enxergam o benefício. Não enxergam como investimento porque não têm ações na bolsa, não fazem transações frequentes  com o  exterior. Eles só vão enxergar quando tiverem uma reciprocidade do governo, seja por meio de incentivo tributário (carga menor para quem se adaptar), ou no mercado financeiro, com taxas de juros menores. Isso é possível porque as normas dão transparência às demonstrações contábeis. Quando existe transparência é possível, por exemplo, um banco avaliar  melhor uma empresa que vai tomar um empréstimo se ela estiver dentro dos padrões internacionais. A instituição terá mais clareza sobre a realidade da empresa. Só que esse benefício ainda não foi assimilado pelo segmento. Quando o pequeno empresário começar a absorver as vantagens, com certeza vai migrar para as normas internacionais. E tudo indica que as pequenas empresas serão obrigadas a aderir num dado momento. E quanto antes elas se prepararem, melhor. É preciso encarar as normas como investimento e não como um custo.

DC – Qual o prazo para a adaptação às novas regras contábeis? Há  algum incentivo governamental para quem aderir?

Nóbrega – As grandes empresas têm até o próximo ano para se adaptarem. Nos bastidores, cogita-se que os bancos, especialmente as instituições ligadas ao governo, deverão adotar taxas diferenciadas para as empresas que apresentarem balanços no padrão IFRS. O governo não sinalizou com incentivos tributários ou fiscais, o que seria muito interessante para aumentar o interesse pela migração do padrão atual ao internacional.

DC – Como está a relação contador/cliente? O acúmulo de trabalho, traduzido por novas obrigações acessórias, vem prejudicando essa convivência? 

Nóbrega – O cliente tem toda a razão quando não vê naquele serviço adicional valor agregado nenhum. E de fato, não tem. O cliente entende o esforço dos profissionais da contabilidade para cumprirem as exigências do fisco. As obrigações exigidas pelo governo são crescentes, com altas multas, prazos exíguos para serem cumpridos e muitas delas são redundantes. Mas não trazem nenhum valor agregado para o cliente. Para o governo, ao contrário, os benefícios são nítidos porque ele acumula informações sobre o contribuinte, sabe quem vendeu, a quantidade e para quem. E para os profissionais da contabilidade essas exigências são um problema. Essas obrigações, que não são nossas porque somos apenas os intermediários, caem em nosso colo.

DC – E o que podem fazer?

Nóbrega – Temos de ir até o cliente orientá-lo a nos subsidiar com informações, alertamos sobre os prazos de entrega e o valor das multas. Estamos nos curvando. O governo manda o que ele quer, nós cumprimos, repassamos para o cliente, que tem reticências em pagar pelo serviço adicional.

DC – O que, na sua opinião, poderia ser feito para minimizar eventuais conflitos?

Nóbrega – Se o governo exige cada vez mais informações das empresas, que pague para os contabilistas. Seria uma ótima ideia. Não precisa desembolsar nada. Conceda um desconto em nossos impostos ou para o empresário que entregar no prazo e que esse desconto seja revertido em nossos honorários. Não é justo arcarmos com uma carga tributária cada vez maior, trabalharmos de graça para o governo e cada vez menos para o cliente. E ele ainda tem que pagar a conta? O profissional da contabilidade poderia agregar muito mais valor se fosse discutir um balanço com o cliente, uma estratégia de redução de custo ou resolver algum problema financeiro. Temos de desenvolver uma habilidade para lidar com isso.

DC – Com o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) , o fisco prometia reduzir o número de obrigações acessórias? Essa redução de fato ocorreu?

Nóbrega – O Sped completou cinco anos de vigência e na época da sua criação o fisco cogitou reduzir a quantidade de obrigações acessórias. Mas, ao contrário, o número delas  tem aumentado. As antigas declarações exigidas se tornaram eletrônicas e perduram até hoje. E são redundantes, gerando custo para as empresas e para os próprios profissionais  da  contabilidade, que precisam de mão de obra para dar conta do acúmulo de trabalho. A contabilidade demanda muita mão de obra, o que tem levado a salários inflacionados.  Estamos a ponto de ter um apagão de mão de obra. Hoje o profissional preparado está sendo disputado no mercado e os empresários do setor se esforçam para segurar os melhores.

DC – Em relação ao Sped, a nova exigência parece não ter sido assimilada pelos  empresários.

Nóbrega – O  empresário não entende muito bem – e não precisa, na verdade – o que é essa obrigação. Só que ele é o astro principal. Ele precisa nos dar condições para ajudá-lo a cumprir essa obrigação. Os profissionais do setor não conseguem resolver o problema do empresário sem o seu o envolvimento e predisposição para fornecer as informações exigidas.  E atualmente há Speds  de todas as cores, tipos, gêneros e credos e com prazos  difusos. É uma gama enorme de obrigações e cabe aos contadores cobrarem os clientes. E se a entrega não ocorre dentro prazo, quem paga a multa é o profissional da contabilidade. É um jogo bem difícil e injusto.

DC – O CRC-SP tem aumentado a fiscalização para conter a atuação de maus profissionais. Como vem sendo realizado esse trabalho?

Nóbrega – Firmamos até o  momento convênio com seis prefeituras para integrar as nossas bases de dados. Na maior parte das operações ligadas à abertura de empresas  na  prefeitura  há a figura do profissional da área contábil envolvido, responsável pela operação. A ideia é que a prefeitura consulte a situação do profissional para saber se está ou não apto a exercer a profissão.  Hoje, os profissionais se formam, passam por um exame de suficiência e fazem um registro no conselho. Ele pode estar suspenso por algum ato cometido, o registro está ativo, mas a pessoa não tem condições de trabalhar.  Cabe à prefeitura tomar a decisão que quiser. O órgão pode denunciar ou bloquear o nome do profissional da sua base. Temos casos de pessoas que se passam por profissionais ou que não estão com registro ativo. Hoje, no Estado de São Paulo, há 140 mil profissionais aptos a trabalhar na contabilidade.

DC – A contabilidade é uma profissão do futuro?

Nóbrega – O curso de ciências  contábeis está entre os dez mais procurados por estudantes no vestibular. E isso é animador porque há muita demanda por profissionais a ponto de os salários estarem inflacionados.

Fonte: Diário do Comércio | Sílvia Pimentel
quinta-feira, novembro 29, 2012 Postado por Unknown 0

28 de novembro de 2012

Entidades discutem projeto de valorização da profissão contábil


Os primeiros passos para um extenso trabalho de valorização da profissão contábil foram dados no dia 27 de novembro de 2012, com a realização da primeira reunião para discutir o projeto O Ano da Contabilidade no Brasil, a ser celebrado em 2013. O encontro ocorreu na sede do CRC SP.

Segundo o presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro, o objetivo é mostrar para a sociedade a importância da profissão e do profissional contábil. “Trata-se de um projeto para ser posto em prática em conjunto com outras entidades e empresas. Pretendemos realizar diversas ações e provocar um choque de mídia, mostrando uma visão atualizada, moderna e real da profissão.”

O presidente do CRC SP, Luiz Fernando Nóbrega, parabenizou o CFC pela iniciativa. “É uma atitude ousada e que vem ao encontro de algumas ações que realizamos aqui em São Paulo em defesa da classe.” Segundo o presidente do Conselho paulista, tais mobilizações fazem com que os profissionais da área se sintam valorizados. 

Representantes de Conselhos Regionais de Contabilidade, entidades contábeis, firmas de Auditoria, BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e do Sebrae Nacional estavam presentes.

O objetivo da reunião era apresentar a proposta aos parceiros, colocá-la em discussão e definir os grupos de trabalho. “Este será o maior movimento de valorização de uma profissão já realizado no Brasil”, finalizou Juarez.

Fonte: CRC-SP
quarta-feira, novembro 28, 2012 Postado por Unknown 0

Carteirinha de estudante terá certificado digital a partir de 2013


Exigência faz parte da Lei Geral da Copa e visa garantir a meia-entrada nos eventos desportivos que o Brasil sediará

A carteira nacional estudantil terá um novo padrão de segurança a partir de janeiro do ano que vem. Governo, entidades estudantis e indústria assinaram, na terça-feira (27), protocolo de intenções para a emissão do documento que terá certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). A exigência faz parte da Lei Geral da Copa e visa garantir a meia-entrada nos eventos desportivos que o Brasil sediará, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, em 2014.

O acordo foi assinado entre o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia em Identificação Digital (Abrid). As carteiras estudantis com certificado digital seguirão padrão único e somente poderão ser emitidas pela UNE, Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), pelos diretórios centrais dos estudantes (DCEs) das instituições de ensino superior e pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Os estudantes terão 50% de desconto para compra dos bilhetes mais baratos, chamados de ingressos categoria 4. A carteira com certificação digital é condicional para que eles possam adquirir meia-entrada nas competições desportivas organizadas pela Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) no Brasil.

Para o presidente da UNE, Daniel Iliescu, a medida de aplicar novo padrão de segurança à carteira estudantil amplia a credibilidade do documento. “Vamos recuperar o padrão nacional da carteira perante os produtores culturais, esportivos e à sociedade. Atualmente há uma demanda artificial da meia-entrada devido às carteiras fraudadas. É importante regulamentar o documento para que se preveja a demanda real de meia-entrada e não haja mais uma enxurrada de meia-entrada, que na prática, são falsas e apenas elevam o valor dos ingressos”, explicou Iliescu.

O novo documento deve ter o mesmo o preço da atual carteira de estudante, que varia de R$ 8 a R$ 35, conforme a região do País, e terá validade até março de 2014. A carteira poderá ser obtida na página especial da UNE ou nos postos de atendimento espalhados pelo Brasil.

Carteira de estudante

A Carteira de Identificação Estudantil é o documento que reconhece os alunos matriculados em estabelecimentos credenciados pelo Ministério da Educação (MEC). Além disso, ela garante o pagamento de meia-entrada em shows, salas de cinema e eventos culturais e esportivos em geral. Também concedem descontos aos portadores do documento estabelecimentos comerciais variados, de lojas de informática a clínicas médicas e agências de turismo, dentre outros.

Fonte: HNews
quarta-feira, novembro 28, 2012 Postado por Unknown 0

27 de novembro de 2012

Notícia: Salário mínimo será de R$ 674,95 em 2013


Piso salarial do país ficará R$ 4 acima do previsto inicialmente pelo governo para 2013

O salário mínimo que entrará em vigor a partir de janeiro do próximo ano será ligeiramente superior aos R$ 670,95 previstos pelo governo no projeto de Orçamento de 2013, que está em tramitação no Congresso. Com a expectativa de inflação maior para este ano, de 4,5% para 5,2%, o piso pago aos trabalhadores será de R$ 674,95, ou seja, R$ 4 a mais, conforme técnicos da Câmara e do Senado que estão debruçados sobre a proposta elaborada pelo Ministério do Planejamento.

Com essa revisão, em vez de alta de 7,9%, o salário mínimo terá, no ano que vem, correção de 8,51%. Apesar de o reajuste ser pequeno, o impacto nos cofres da Previdência Social será pesado: pelo menos R$ 1,2 bilhão a mais que o projetado. O piso é pago a mais de 20 milhões de segurados. Também o caixa das prefeituras e dos estados será afetado. A correção do mínimo acompanha a variação da inflação do ano anterior e a do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Essa metodologia foi acertada entre o governo e as centrais sindicais e valerá até 2023.

Apesar de um pouco maior que o previsto, o reajuste revisado do salário mínimo será bem inferior ao mais de 14% concedidos em 2012, fato que ajudou a manter o poder de compra das famílias de menor renda e o consumo em regiões mais pobres do país. Com a economia crescendo menos neste ano, algo como 1,5%, e a inflação variando entre 5% e 6%. o aumento do mínimo em 2014 ficará próximo de 7%.

Fonte: Correio Braziliense | Denise Rothenburg - Rosana Hessel
terça-feira, novembro 27, 2012 Postado por Unknown 0

Notícia: Caged: Brasil cria 66.988 postos de trabalho em outubro


Os dados do Caged têm mostrado desaceleração nas contratações de trabalhadores em quase todos os meses deste ano em comparação ao ano passado.

A economia brasileira criou 66.988 postos de trabalho com carteira assinada em outubro, informou nesta sexta-feira o Ministério do Trabalho. É o pior resultado para esses meses desde 2008, quando foram abertos 61.401 empregos formais.

O resultado líquido veio pior do que o esperado pelos analistas consultados pela Reuters, cuja mediana previa a abertura de 94 mil novos postos no mês passado. As projeções variam entre 80 mil a 135 mil.

Em setembro passado, haviam sido criados 150.334 novos empregos, sem ajustes, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em outubro de 2011, foram 126.143 postos, também sem ajustes.

O desempenho deve-se a um ritmo de abertura de postos praticamente estável sobre setembro nos setores de comércio, que registrou aumento líquido de 49.597 vagas; serviços, com 32.724 vagas; e indústria da transformação com 17.520 postos de trabalho.

Por outro lado, houve fechamento líquido de vagas em agricultura (queda de 20.153 vagas), construção civil (8.290 postos), administração pública (3,521 vagas), entre outros.

Os dados do Caged têm mostrado desaceleração nas contratações de trabalhadores em quase todos os meses deste ano em comparação ao ano passado.

No ano, foram criadas 1.319.090 vagas sem ajuste, queda de 31,7 por cento sobre o mesmo período de 2011, quando havia sido criados 1.931.480 postos de trabalho.

Mesmo com as contratações em nível inferior às de 2011, as oportunidades geradas pelo mercado de trabalho ao longo de 2012 têm sido suficientes para manter a taxa de desemprego baixa e a renda em alta.

Em outubro, a taxa de desemprego caiu para 5,3 por cento ante 5,4 por cento em setembro, atingindo o menor nível para meses de outubro desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também no mês passado, o rendimento médio da população ocupada subiu 0,3 por cento.

Fonte: Revista Reuters
terça-feira, novembro 27, 2012 Postado por Unknown 0