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1 de setembro de 2014

Seis motivos para você continuar ou se tornar um profissional de Contabilidade

1 – Crescimento do Mercado de Trabalho em todo o Mundo

De acordo com a pesquisa de uma grande consultoria internacional (Robert Half), o executivo de contabilidade é considerado o mais difícil de ser encontrado no mercado, seguido pelo de finanças. Isso demonstra a importância da carreira dentro dos processos gerenciais.

Pela primeira vez a profissão contábil está entre as dez que formam mais milionários no mundo.

2 – Novos segmentos para atuação Profissional

A crescente busca de profissionais da área contábil está ligado diretamente ao crescimento ou expansão dos negócios, aumento da carga de trabalho, fusão, aquisição e atualização de sistemas financeiros, além da adaptação das normas internacionais da contabilidade pelas empresas, que passou a ser exigida em 2012.

3 – O Profissional Contábil é Estratégico para as empresas

Durante muitos anos os Profissionais Contábeis eram visto como "Suporte" dentro das empresas, hoje são reconhecidos como Estratégicos para o crescimento dos negócios.

4 – Valorização dentro da sociedade

Amenizar a desigualdade social, impedir a corrupção fiscalizando empresas, políticos e órgãos públicos, são tarefas que aumentam a visibilidade da profissão e enobrece a classe perante toda a sociedade, valorizando o Profissional e o indivíduo.

5 – Crescimento Salarial

Nos últimos anos os profissionais contábeis tiveram uma valorização dos salários que variam entre 10% a 25% e devem continuar em um ritmo crescente nos próximos anos.

6 – Demanda por Empresas Contábeis

A formalização do mercado, os novos meios de combate a sonegação, aliados ao crescimento da economia, vem gerando milhares de novas empresas todos os anos, criando uma demanda por empresas contábeis, esta tendência continuará nos próximos anos.

 * Ricardo de Freitas é diretor executivo da Rede Jornal Contábil.



Fonte: Jornal Contábil / 25/08/2014 
segunda-feira, setembro 01, 2014 Postado por Unknown 0

26 de agosto de 2014

As dez profissões que mais precisam de qualificação no país

RIO - Foram ouvidos mais de 37.000 empregadores em 42 países e territórios (no Brasil, 850), sinalizando a média global de escassez de talentos em 36% (no Brasil de 63%).

No Brasil, as empresas continuam sem preencher vagas, pois não encontram profissionais com as competências necessárias para os cargos - afirma Riccardo Barberris, CEO do ManpowerGroup Brasil.

Para superar esse problema, as estratégias mais comuns que as organizações estão adotando mundialmente são: aumentos dos treinamentos para os empregados atuais, mais oportunidades de desenvolvimento para a equipe atual, redefinição de descrições de cargos e aumento dos benefícios oferecidos.

Empresas relatam os efeitos

A organizações participantes da pesquisa apontam que a escassez resulta diretamente na redução da capacidade de atender adequadamente seus clientes.

Cenário nas Américas

O estudo aponta que, nas Américas, os motivos mais comuns para os empregadores dizerem que não conseguem preencher as funções são: falta de competências técnicas e habilidades mensuráveis, com 34%, falta de experiência com 29%, representando um aumento em relação a 2013, quando o índice foi de 24%, e falta de candidatos disponíveis com 25%.

As estratégias que os empregadores do continente estão adotando são: aumento de organizações  que pretendem fornecer treinamento e desenvolvimento adicional aos atuais funcionários, aumento na exploração de novas fontes de talentos como jovens e mulheres, e diminuição na contratação de profissionais sem habilidades necessárias, mas com potencial para desenvolvê-las.

Confira os ranking dos profissionais mais procurados:

No Mundo:

1 - Trabalhadores de ofício manual
2 - Engenheiros
3 - Técnicos
4 - Representantes de Vendas
5 - Contadores e profissionais de finanças
6 - Executivos/gestores
7 - Gerente de vendas
8 - Profissionais de TI
9 - Secretárias, assistente administrativo e auxiliar de escritório
10 - Motoristas

No Brasil:

1 - Operários
2 - Técnicos
3 - Motoristas
4 - Secretárias, assistente administrativo e au
xiliar de escritório
5 - Trabalhadores de ofício manual
6 - Profissionais de TI
7 - Contadores e profissionais de finanças
8 - Operadores de máquina e produção
9 - Engenheiros
10 - Gerente de vendas

Fonte: O GLOBO / 21/08/2014
terça-feira, agosto 26, 2014 Postado por Unknown 0

1 de março de 2014

Professor Adriano Martins apresenta perfil e habilidades do Contador financeiro aos acadêmicos

Aconteceu nesta última sexta-feira (28) nas dependências da Faculdade Anhanguera de Bauru a palestra: "Contador financeiro: habilidades do profissional moderno", proferida pelo Sr. Adriano Martins da Rosa Silva, técnico em contabilidade pelo SENAC, graduado em Administração pela FIB-Bauru, especialista em Controladoria e Finanças pela ITE-Bauru e em Gestão de Pessoas pela FIB. É gestor contábil do Confiança Supermercados e professor da ETEC para disciplinas como Contabilidade Geral, Contabilidade Tributária I, Contabilidade Empresarial e Comercial, Controladoria e Estrutura e Análise das Demonstrações Financeiras. Profissional com mais de 18 anos de experiência em contabilidade e administração.

Com início as 19h20 o professor apresentou de modo claro e objetivo o perfil do contador e suas habilidades junto ao setor financeiro da empresa. Temas como formação acadêmica, tarefas ligadas a gestão empresarial e direção, conhecimentos abrangentes em finanças, administração de pessoas, liderança e atribuições contábeis e tributárias.

O assunto é de extrema relevância, pois o contador atualmente ocupa cargos de gestão corporativa e desenvolve tarefas ligadas a controladoria e finanças. Alunos dos cursos de Ciências Contábeis e Administração tiveram a oportunidade de ampliarem seus conhecimentos sobre o tema e a coordenação do curso de Ciências Contábeis e professores agradece ao professor Adriano pela disposição e compartilhamento de experiências.

Faculdade Anhanguera de Bauru
Prof. Jairo César


Fotos do evento:








sábado, março 01, 2014 Postado por Unknown 0

27 de janeiro de 2014

Contabilidade é a quarta profissão que mais cresce no mundo


Segundo o Conselho Federal de Contabilidade, só no Brasil são 490 mil profissionais registrados

Lápis, papel, calculadora e muitos números. Para tantas planilhas e balancetes, há sempre um profissional de contabilidade auxiliando os gestores nas questões burocráticas das empresas. Mas, engana-se quem pensa que o contador só atua na área técnica. O papel do profissional vem crescendo e ele já trabalha no assessoramento e consultoria em gestão, bem como no desenvolvimento e crescimento dos negócios.

No domingo, 22 de Setembro, é comemorado o Dia do Contador. Para o presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Juarez Domingues Carneiro, o momento é de consolidação e crescimento da profissão. “A contabilidade é a ciência da informação. O Brasil cresceu muito nesse sentido, tornando-se referência internacional. Estamos em uma fase ascendente, ganhando prestigio e reconhecimento”, afirmou.

De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a profissão é a quarta mais demandada no mundo. Só no Brasil, existem 490 mil profissionais registrados. A Região Sudeste é destaque e concentra mais da metade dos contadores, seguida do Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Norte.

Para exercer a profissão, os bacharéis em Ciências Contábeis e técnicos em Contabilidade devem se submeter ao Exame de Suficiência, instituído em setembro de 2010, pela Lei n.º 12249/10. Em 2013, o exame teve recorde de inscrições. Quase 56 mil bacharéis realizarão as provas, no dia 29 de setembro. No Brasil, somente os cursos de Direito e Contabilidade utilizam esse recurso para medir o conhecimento e nivelar o mercado. Aprovado no Exame, o futuro profissional obtém o registro junto ao Conselho Regional de Contabilidade. 

Mas o presidente do conselho reconhece que a figura do contador ainda é vista, por parte da sociedade, de forma distorcida e equivocada. Pensando nisso, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) lançou este ano a campanha “2013: ano da Contabilidade no Brasil”. De caráter educativo, o projeto tem como objetivo informar a sociedade quais são os serviços prestados pelos profissionais da Contabilidade e conscientizar a população da importância do contador para o desenvolvimento socioeconômico do País.

“A contabilidade é a linguagem universal dos negócios, e é também uma das maiores difusoras da responsabilidade socioambiental do mundo. A nossa intenção é mostrar para a sociedade brasileira o importante papel do profissional contábil no desenvolvimento do país”, ressalta Juarez Domingues Carneiro.


Qual a função do profissional de contabilidade? 

O contador ou técnico em Contabilidade, após registro no Conselho Regional de Contabilidade, tem a função de analisar, interpretar e relatar informações, financeiras e operacionais, para o controle de uma empresa. Além disso, o profissional também é essencial nas funções de planejamento, avaliação e controle das atividades para assegurar o uso apropriado e a responsabilidade abrangente de recursos.


Sobre o CFC

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é uma autarquia federal, dotada de personalidade jurídica de direito público, criada pelo Decreto-Lei nº 9.295/46, de 27 de maio de 1946. O principal objetivo do CFC é registrar, normatizar, fiscalizar, promover a educação continuada e editar Normas Brasileiras de Contabilidade de natureza técnica e profissional. O conselho possui um representante em cada Estado, e no Distrito Federal, que atua nos Conselhos Regionais de Contabilidade. Atualmente, existem 490 mil profissionais no País, incluindo contadores e técnicos em contabilidade.

Fonte: ABN NEWS
segunda-feira, janeiro 27, 2014 Postado por Prof. Jairo César 0

20 de novembro de 2013

Profissionais de finanças e contabilidade apresentam alta valorização


O Guia Salarial 2014 da Robert Half revela uma perspectiva otimista para os profissionais de Finanças e Contabilidade para o próximo ano. Antes vistas como áreas de suporte, elas já são reconhecidas nas companhias como estratégicas para o negócios.
  
O Guia Salarial 2014 da Robert Half revela uma perspectiva otimista para os profissionais de Finanças e Contabilidade para o próximo ano. Antes vistas como áreas de suporte, elas já são reconhecidas dentro das companhias como estratégicas para o negócio.

A expectativa é de aumento no número de contratações por expansão de quadro das empresas e nos salários. O que se observa, porém, é um achatamento nas faixas salariais, com uma maior valorização de profissionais com habilidades diferenciadas no nível de entrada e suporte à gestão. “Por outro lado, posições no topo da pirâmide registraram aumentos mais modestos”, afirma Alexandre Attauah, gerente da Divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half. 

A abertura de novas unidades de negócios, start ups e expansão das empresas locais contribuem para o crescimento da demanda por profissionais de Finanças e a expectativa é que continue alta em 2014. Já o movimento de profissionalização das companhias tem aumentado a busca por aqueles que possuam conhecimentos em implementação de sistemas integrados (ERP), com destaque para profissionais temporários para a realização de projetos com prazo determinado.

A tendência para 2014 é de aumento no salário fixo dos profissionais de Finanças e Contabilidade, enquanto o bônus será mantido como política de atração de talentos. Para os cargos de analista contábil/fiscal sênior e de diretor financeiro são esperados incrementos salariais de 25% e 10%, respectivamente. Bens de capital, Agronegócios, Energia e Indústrias são os setores mais aquecidos, além do segmento de Óleo e Gás. 

Uma posição de grande destaque é a de controller, já que esse profissional pode ser responsável por diferentes áreas e tem perfil e conhecimentos mais generalistas. “Esse cargo pode ser uma boa porta de entrada para aqueles que almejam um cargo de diretor”, conclui Attauah. A faixa salarial para esse cargo varia de R$ 8 mil a R$ 35 mil mensais. 

Perfil parceiro do negócio, estabilidade nos empregos anteriores, foco no resultado e habilidade com pessoas são as habilidades comportamentais mais valorizadas pelas empresas. Já a escassez de candidatos fluentes em inglês continua a ser um dos principais desafios dos segmentos de Finanças e Contabilidade.
  
- A Robert Half é a primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera sete divisões no Brasil, selecionando executivos de finanças, contabilidade, mercado financeiro, engenharia, tecnologia, jurídico, RH, marketing e vendas. A Robert Half tem mais de 400 escritórios presentes nos EUA e Canadá, Europa, Ásia, América Latina e Oceania.

Fonte: INCorporativa
quarta-feira, novembro 20, 2013 Postado por Unknown 0

22 de setembro de 2013

José Carlos Marion fala sobre as perspectivas da profissão contábil

domingo, setembro 22, 2013 Postado por Unknown 0

29 de março de 2013

Divulgados os gabaritos das provas do 1º Exame de Suficiência 2013


A Fundação Brasileira de Contabilidade divulga, nesta terça-feira, 26/3, os gabaritos das provas do 1º Exame de Suficiência de 2013, realizadas no último domingo, dia 24/3.

Com um total de 44.526 inscritos – 37.228 bacharéis em Ciências Contábeis e 7.298 técnicos em contabilidade – as provas foram aplicadas, pela Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC), em 129 cidades de todos os estados brasileiros.

Confira aqui os gabaritos das provas:

Confira aqui as provas:


RECURSOS

Com a divulgação dos gabaritos neste dia 26/3, o prazo para interposição de recursos começa às 10h do dia 27/3 (quarta-feira) e se encerra às 18h do dia 28/3 (quinta-feira).

Os organizadores alertam os candidatos que somente será admitida interposição de recurso via sistema de acompanhamento de inscrição, por meio do formulário padrão, disponível no sistema, nos sites da FBC (www.fbc.org.br) e do CFC (http://www2.cfc.org.br/sisweb/exame/inscricao/).

Após o prazo mencionado acima, o sistema ficará automaticamente indisponível para a interposição de recursos.

Não serão aceitos, em hipótese alguma, recursos protocolados em Delegacias Regionais, Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs), Conselho Federal de Contabilidade e Fundação Brasileira de Contabilidade.

Fonte: FBC
sexta-feira, março 29, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

25 de fevereiro de 2013

TV CRC SP traz programação completa sobre temas relevantes para profissionais contábeis


Vídeos podem ser assistidos gratuitamente

Os Profissionais da Contabilidade e estudantes que desejam ficar atualizados sobre as mudanças na área contábil não podem deixar de conferir a programação da TV CRC SP, um canal online do Conselho, hospedado no seu Portal. Todos os meses, o telespectador conta com quatro programas mensais, sempre com assuntos que estão em discussão no mundo empresarial.

Há o Espaço Técnico, no qual um especialista apresenta um tema e esclarece as dúvidas; o CRC SP Conversa, que aborda assuntos técnicos de forma descontraída, em formato de bate-papo; o CRC SP Notícias, telejornal com o resumo das principais notícias que envolvem o CRC e o mundo da Contabilidade, e o Canal IFRS PMEs, que foca as Normas Internacionais de Contabilidade para pequenas e médias empresas.

Fonte: CRC-SP
segunda-feira, fevereiro 25, 2013 Postado por Prof. Jairo César 0

29 de novembro de 2012

Notícia: Contador, um aliado das micro e pequenas empresas


Nesta entrevista ao Diário do Comércio, o contador adianta que pretende formar um grupo de trabalho para formular propostas à nova secretaria.

A Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa nem saiu do papel, mas o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP) já se antecipou em colaborar com o organismo, que terá status de ministério, com propostas visando melhorar a gestão dos pequenos negócios. Será uma parceria especial, levando em conta todo o conhecimento que os profissionais da contabilidade têm sobre a rotina dos micro e pequenos empresários. "Conhecemos muito a realidade do segmento", afirma o presidente do CRC-SP, Luiz Fernando Nóbrega.

Nesta entrevista ao Diário do Comércio, o contador adianta que pretende formar um grupo de trabalho para formular propostas à nova secretaria. Ele aborda a importância da contabilidade em tempos de Sped e do processo de adaptação da contabilidade aos padrões internacionais. E mais: Nóbrega revela como o excesso de exigências fiscais gera conflitos entre o contador e o cliente.

Diário do Comércio – Qual a sua opinião sobre o projeto recém aprovado pela Câmara que trata da criação da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa?

Luiz Fernando Nóbrega – Somos favoráveis à criação e queremos estar inseridos neste processo. Os profissionais da contabilidade são detentores de um conhecimento profundo das micro e pequenas empresas brasileiras. Como essas empresas não têm uma estrutura completa, com suporte de controladoria, finanças e de contabilidade, tudo é concentrado no contador. Conhecemos muito a realidade do segmento. A nossa ideia é formar um grupo de trabalho não só com pessoas do conselho de São Paulo, mas de entidades que representam a profissão, como o sindicato das empresas, dos auditores, peritos, para fomentar a nova secretaria com informações e sugestões sobre os principais gargalos do segmento. Queremos contribuir com sugestões para que a nova secretaria ajude a alavancar as empresas de pequeno porte.

DC – Por que é importante para as pequenas empresas adequarem a sua contabilidade aos padrões internacionais conhecidos como IFRS (International Financial Reporting Standard). É caro adaptar os balanços à nova realidade? 

Nóbrega – Não é um processo simples transformar a contabilidade para os padrões internacionais, por isso é custoso. E hoje o micro e o pequeno empresário não enxergam o benefício. Não enxergam como investimento porque não têm ações na bolsa, não fazem transações frequentes  com o  exterior. Eles só vão enxergar quando tiverem uma reciprocidade do governo, seja por meio de incentivo tributário (carga menor para quem se adaptar), ou no mercado financeiro, com taxas de juros menores. Isso é possível porque as normas dão transparência às demonstrações contábeis. Quando existe transparência é possível, por exemplo, um banco avaliar  melhor uma empresa que vai tomar um empréstimo se ela estiver dentro dos padrões internacionais. A instituição terá mais clareza sobre a realidade da empresa. Só que esse benefício ainda não foi assimilado pelo segmento. Quando o pequeno empresário começar a absorver as vantagens, com certeza vai migrar para as normas internacionais. E tudo indica que as pequenas empresas serão obrigadas a aderir num dado momento. E quanto antes elas se prepararem, melhor. É preciso encarar as normas como investimento e não como um custo.

DC – Qual o prazo para a adaptação às novas regras contábeis? Há  algum incentivo governamental para quem aderir?

Nóbrega – As grandes empresas têm até o próximo ano para se adaptarem. Nos bastidores, cogita-se que os bancos, especialmente as instituições ligadas ao governo, deverão adotar taxas diferenciadas para as empresas que apresentarem balanços no padrão IFRS. O governo não sinalizou com incentivos tributários ou fiscais, o que seria muito interessante para aumentar o interesse pela migração do padrão atual ao internacional.

DC – Como está a relação contador/cliente? O acúmulo de trabalho, traduzido por novas obrigações acessórias, vem prejudicando essa convivência? 

Nóbrega – O cliente tem toda a razão quando não vê naquele serviço adicional valor agregado nenhum. E de fato, não tem. O cliente entende o esforço dos profissionais da contabilidade para cumprirem as exigências do fisco. As obrigações exigidas pelo governo são crescentes, com altas multas, prazos exíguos para serem cumpridos e muitas delas são redundantes. Mas não trazem nenhum valor agregado para o cliente. Para o governo, ao contrário, os benefícios são nítidos porque ele acumula informações sobre o contribuinte, sabe quem vendeu, a quantidade e para quem. E para os profissionais da contabilidade essas exigências são um problema. Essas obrigações, que não são nossas porque somos apenas os intermediários, caem em nosso colo.

DC – E o que podem fazer?

Nóbrega – Temos de ir até o cliente orientá-lo a nos subsidiar com informações, alertamos sobre os prazos de entrega e o valor das multas. Estamos nos curvando. O governo manda o que ele quer, nós cumprimos, repassamos para o cliente, que tem reticências em pagar pelo serviço adicional.

DC – O que, na sua opinião, poderia ser feito para minimizar eventuais conflitos?

Nóbrega – Se o governo exige cada vez mais informações das empresas, que pague para os contabilistas. Seria uma ótima ideia. Não precisa desembolsar nada. Conceda um desconto em nossos impostos ou para o empresário que entregar no prazo e que esse desconto seja revertido em nossos honorários. Não é justo arcarmos com uma carga tributária cada vez maior, trabalharmos de graça para o governo e cada vez menos para o cliente. E ele ainda tem que pagar a conta? O profissional da contabilidade poderia agregar muito mais valor se fosse discutir um balanço com o cliente, uma estratégia de redução de custo ou resolver algum problema financeiro. Temos de desenvolver uma habilidade para lidar com isso.

DC – Com o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) , o fisco prometia reduzir o número de obrigações acessórias? Essa redução de fato ocorreu?

Nóbrega – O Sped completou cinco anos de vigência e na época da sua criação o fisco cogitou reduzir a quantidade de obrigações acessórias. Mas, ao contrário, o número delas  tem aumentado. As antigas declarações exigidas se tornaram eletrônicas e perduram até hoje. E são redundantes, gerando custo para as empresas e para os próprios profissionais  da  contabilidade, que precisam de mão de obra para dar conta do acúmulo de trabalho. A contabilidade demanda muita mão de obra, o que tem levado a salários inflacionados.  Estamos a ponto de ter um apagão de mão de obra. Hoje o profissional preparado está sendo disputado no mercado e os empresários do setor se esforçam para segurar os melhores.

DC – Em relação ao Sped, a nova exigência parece não ter sido assimilada pelos  empresários.

Nóbrega – O  empresário não entende muito bem – e não precisa, na verdade – o que é essa obrigação. Só que ele é o astro principal. Ele precisa nos dar condições para ajudá-lo a cumprir essa obrigação. Os profissionais do setor não conseguem resolver o problema do empresário sem o seu o envolvimento e predisposição para fornecer as informações exigidas.  E atualmente há Speds  de todas as cores, tipos, gêneros e credos e com prazos  difusos. É uma gama enorme de obrigações e cabe aos contadores cobrarem os clientes. E se a entrega não ocorre dentro prazo, quem paga a multa é o profissional da contabilidade. É um jogo bem difícil e injusto.

DC – O CRC-SP tem aumentado a fiscalização para conter a atuação de maus profissionais. Como vem sendo realizado esse trabalho?

Nóbrega – Firmamos até o  momento convênio com seis prefeituras para integrar as nossas bases de dados. Na maior parte das operações ligadas à abertura de empresas  na  prefeitura  há a figura do profissional da área contábil envolvido, responsável pela operação. A ideia é que a prefeitura consulte a situação do profissional para saber se está ou não apto a exercer a profissão.  Hoje, os profissionais se formam, passam por um exame de suficiência e fazem um registro no conselho. Ele pode estar suspenso por algum ato cometido, o registro está ativo, mas a pessoa não tem condições de trabalhar.  Cabe à prefeitura tomar a decisão que quiser. O órgão pode denunciar ou bloquear o nome do profissional da sua base. Temos casos de pessoas que se passam por profissionais ou que não estão com registro ativo. Hoje, no Estado de São Paulo, há 140 mil profissionais aptos a trabalhar na contabilidade.

DC – A contabilidade é uma profissão do futuro?

Nóbrega – O curso de ciências  contábeis está entre os dez mais procurados por estudantes no vestibular. E isso é animador porque há muita demanda por profissionais a ponto de os salários estarem inflacionados.

Fonte: Diário do Comércio | Sílvia Pimentel
quinta-feira, novembro 29, 2012 Postado por Unknown 0

21 de outubro de 2012

Notícia: O profissional de ciências contábeis: importância e mercado de trabalho


O mercado de trabalho e o profissional de Ciências Contábeis - veja a importância do profissional contábil nos dias de hoje.


O mercado de trabalho do profissional de Ciências Contábeis

A contabilidade está mais presente no nosso dia-a-dia do que se pode supor. Por vezes, quando assistimos a programas jornalísticos, somos bombardeados com jargões que são específicos da área, tais como: o patrimônio líquido da empresa X cresceu 20% no último quadrimestre; ou, na aquisição do banco Y, foi detectado pela auditoria Z, que houve inconsistência na mensuração dos passivos e que é possível uma reviravolta na negociação.  

Uma situação mais cotidiana ainda é, quando, no seu trabalho, seu gestor te diz que não pode conceder o aumento desejado, pois há um quantitativo grande de passivos trabalhistas que devem ser pagos, impactando fortemente no fluxo de caixa que foi orçado para o próximo trimestre. E aí? Você conseguiu compreender todas essas situações?

Você pode pensar que não tem nenhuma relação com essa área, em virtude de não ser conhecedor dos termos técnicos utilizados mas, acredite, você usa a contabilidade todo o tempo. Para provar meu argumento, proponho uma reflexão: quando você faz uma compra e opta por pagar com 3 cheques,  sendo dois deles, pré-datados,  o que você faz? Registra no canhoto do cheque, os valores e as datas em que estes serão descontados, não é isso? Então, esta é uma ação de controle patrimonial, função administrativa da contabilidade.  

Antes de falarmos do mercado de trabalho para o profissional de Ciências Contábeis, precisamos entender qual a sua formação, quais as habilidades desenvolvidas ao longo de oito semestres de um curso de bacharelado na área.

O profissional de Ciências Contábeis

O profissional oriundo de instituição de ensino superior, tem uma formação baseada em três eixos fundamentais: formação humana, específica e geral. Isso quer dizer que além da técnica contábil, conteúdos curriculares que tratam de assuntos como psicologia, ética, filosofia, comunicação, economia dentre outras, são trabalhados. Em relação à formação profissional, conteúdos relacionados ao conhecimento de contabilidade básica, ao estudo de operações com mercadorias e os impostos incidentes, questões tributárias, custos, normas internacionais de contabilidade,contabilidade púbica e atuarial, matemática básica e financeira que trabalhará o raciocínio lógico e quantitativo, além das disciplinas de finanças de curto e longo prazos e questões orçamentárias auxiliam a formar o profissional habilitado aos negócios, tanto em nível operacional como estratégico. 

Este profissional é formado para interagir nos diversos tipos de negócios, privados e governamentais sendo a área contábil uma das mais promissoras em termos de oportunidades dentro do mercado de trabalho. 

O contador está habilitado a atuar na elaboração de relatórios contábeis,  realização de auditorias, perícias e análises econômico-financeiras, tem aptidão no desenvolvimento de sistemas de controles gerenciais, atuação no planejamento tributário e financeiro na perspectiva empresarial mas pode, também, atuar de maneira consistente na área pública (governamental) considerando a elaboração das demonstrações contábeis e sua evidenciação social, além de poder empreender o seu próprio negócio na área contábil e atuar no magistério superior. 

Outra área de muita importância e que a atuação do contador é notada diz respeito à mensuração de ativos e passivos ambientais, a responsabilidade social muito em voga no momento atual. As organizações tem se mostrado preocupadas com a evidenciação de suas ações nessa área e a melhor forma de fazê-lo  é através do balanço social. 

Podemos dizer que o mercado conta com um número razoável de postos de trabalho para o profissional contábil sendo este solicitado pelas empresas de auditoria e consultoria contábil, muitas vezes, antes mesmo de se formar. Por fim,  para quem gosta de desafios e pretende atuar no mercado financeiro e dos negócios, em geral, terá no curso de bacharelado em ciências contábeis uma ferramenta a mais para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Fonte: Jornal Contábil

domingo, outubro 21, 2012 Postado por Unknown 0

28 de setembro de 2012

Profissional da Contabilidade deve ter perfil estratégico para atuar em grandes companhias

Pesquisa da consultoria Robert Half aponta que 86% das empresas buscam esta qualidade nos processos seletivos

Nada de senhores sisudos que passam o dia atrás de uma calculadora científica e de um monte de formulários. Com o aumento do número de empresas brasileiras no competitivo mercado financeiro internacional e o aquecimento da economia, o perfil do Profissional da Contabilidade mudou substancialmente. Ele deixou de ser tecnicista para atender a uma demanda de mercado que pede um profissional com uma visão mais estratégica para lidar melhor com o mundo dos negócios.

Os executivos de grandes empresas do País confirmam a mudança. Segundo pesquisa da consultoria Robert Half divulgada em julho, 96% das companhias admitem que os Profissionais de Contabilidade tornaram-se peças centrais para a tomada de decisões.

O profissional tem de ser capaz de analisar todas as variáveis em questão e participar dos processos decisórios junto com os outros gestores da empresa.

Fonte: CRC-SP

sexta-feira, setembro 28, 2012 Postado por Unknown 0

21 de setembro de 2012

22 de setembro: Dia do Contador


Dia 22 de setembro é o Dia do Contador. A data marca um fato histórico: a criação do primeiro curso de Ciências Contábeis no Brasil, com a assinatura do Decreto-lei nº 7.988, em 22 de setembro de 1945, pelo então presidente Getúlio Vargas.

Antes, havia dois cursos técnicos: o de Contabilidade e o de Contador, mas nenhum com validade de ensino superior. O documento assinado por Vargas determinou a criação de um curso com duração de quatro anos e seguindo regime anual. Do primeiro ao terceiro ano, o aluno deveria cursar cinco disciplinas. No último ano de estudo, eram ministradas seis disciplinas.

"O fato de escolherem um dia para homenagear o Contador mostra a importância desse profissional. A formação em nível superior permite a atuação em áreas como Perícia e Auditoria, que requerem maior especialização. É uma justa homenagem que a comemoração seja na mesma data da criação do primeiro curso de Ciências Contábeis do País", declarou o presidente do CRC SP, Luiz Fernando Nóbrega.

Para não ter erro
Há quem pense que o Dia do Contador é 21 de setembro. A confusão ocorre, pois, essa data, é Dia de São Mateus, patrono da profissão contábil e um dos apóstolos de Jesus Cristo. Ele era um arrendatário de tributos, atividade que exigia rígidos controles e a elaboração de documentação contábil.

Fonte: CRC-SP
sexta-feira, setembro 21, 2012 Postado por Unknown 0

6 de setembro de 2012

Após cinco anos, profissionais contábeis ainda não sabem utilizar SPED

Segundo pesquisa, cerca de 76% dos profissionais nunca participaram de cursos ou eventos de capacitação dos temas

Após cinco anos da padronização das normas contábeis e da criação do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), cerca de 76% dos profissionais de contabilidade nunca participaram de cursos ou eventos de capacitação dos temas.

Os dados da pesquisa “Empeendedorismo contábil no mundo pós-SPED” ainda revelam que apenas 22,7% desses profissionais cursaram mais de 40 horas de treinamentos operacionais sobre o NF-e (Nota Fiscal eletrônica), 21,5% o EFD-ICMS/IPI, 16,6% o EFD-Contribuições, e apenas 12,3% cursaram treinamento para o SPED Contábil.

A situação fica ainda pior quando analisados outros tipos de investimentos. De acordo com a pesquisa, a maioria das empresas, 61,3%, não investiu em marketing ou eventos para clientes. Já 60% também não investiu na adequação à IFRS e 58,6% em consultoria organizacional. Além disso, 44% das empresas investiram em infraestrutura tecnológica e 43,4% reverteu recursos em sistemas de informação.

O estudo ainda mostra que quase 70% avaliaram a EFD-Contribuições como difícil ou muito difícil e quase 46% dos entrevistados acreditam que a legislação é a principal dificuldade da profissão.

“A reclamação sobre a complexidade de adaptação ao SPED e as constantes mudanças legislativas é compreensível, mas não justifica toda esta falta de capacitação profissional e desinteresse das empresas contábeis em investir em seus colaboradores”, avalia o coordenador da pesquisa e autor da série de livros “Big Brother Fiscal”, Roberto Dias Duarte.
Carga tributária

Um dos principais objetivos iniciais do SPED, a queda gradual da carga tributária no médio e longo prazo, parece não ter acontecido para os profissionais contábeis. A maioria acredita que o sistema não reduzirá a carga tributária.

Ainda, 58,4% dos participantes acham que o SPED não diminuirá os custos operacionais das empresas, e 55,6%, os custos operacionais dos escritórios contábeis. Entretanto, 53,1% apostam no aumento do valor das consultorias em sistemas; 49,3%, no preço das licenças de software; e 46,4% na remuneração das consultorias tributárias.

Fonte: InfoMoney | Luiza Belloni Veronesi

quinta-feira, setembro 06, 2012 Postado por Unknown 0

4 de setembro de 2012

Dica: Consultorias Eletrônicas

O contabilista, além de todo o profissional que atua direta ou indiretamente na esfera contábil, fiscal, trabalhista, legal, entre outras, precisa constantemente consultar legislações pertinentes sobre os mais variados assuntos ligados ao seu cotidiano, tais como: tributos federais, estaduais, área trabalhista e previdenciária, tabelas práticas, normas técnicas, resoluções, leis, decretos, entre outros.

Essas consultas são para o atendimento as regulamentações e o correto procedimento quanto as obrigações das empresas, dependendo do assunto, aumenta ou complica esse trabalho.

Para auxiliar o profissional nessa tarefa e esclarecer as mais diversas dúvidas sobre assuntos específicos e até mesmo interpretações da legislação, algumas empresas se especializaram nesse mercado, onde proporciona informações precisas, objetivas e desmistificadas mediante consultoria eletrônica através de acesso web ou instalação local de um software com amplo e atualizado banco de dados.

Destaco abaixo algumas dessas empresas, conhecidas no mercado, porém existem várias que prestam serviços semelhantes. Resta ao profissional escolher o que melhor lhe atende, seja pela qualidade das informações ou pelo custo/benefício.


 



 















Prof. Jairo
terça-feira, setembro 04, 2012 Postado por Unknown 0

31 de agosto de 2012

Notícia: 45% dos profissionais nunca pediram aumento; veja dicas para negociar

Levantamento mostra que 38,6% pretendem negociar salários em 2012. Na metade dos casos, aumento é concedido por mérito e resultados.


Pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, com 764 profissionais entre analistas, especialistas, gerentes, diretores e presidentes, mostra que 45,6% dos entrevistados nunca pediram um aumento salarial. De acordo com os resultados, 38,6% dos profissionais, no entanto, pretendem pedir aumento ainda em 2012.

A pesquisa revela que na metade dos casos, o aumento salarial é concedido espontaneamente por mérito e resultados alcançados. Apenas 10,2% dos aumentos são fruto de um pedido direto dos profissionais aos chefes. Outros 30% dos reajustes na remuneração são resultados de promoções e 6,2% acontecem via contraproposta.

Aproximadamente 70% dos profissionais obtiveram êxito no pedido de aumento. Segundo a pesquisa, 32,2% receberam o incremento solicitado; 26,3% receberam menos do que foi pedido; 10,2% receberam mais do que almejavam. Para 38,3% dos entrevistados, o aumento foi resultado do trabalho desenvolvido; 16,6% acreditam que a valorização foi graças ao aumento de volume de trabalho e responsabilidades; 14,2% apontam a conquista das metas estipuladas como a principal razão para o aumento.

Nas busca por melhores salários, 47,1% dos profissionais apontam que a melhor estratégia é falar com o chefe logo depois de um projeto bem executado, porém, outros 21,8% dizem não ter estratégia.

“Ainda existe o tabu de que de negociar salário pode passar uma imagem negativa”, diz Mário Custódio, gerente de recrutamento da Robert Half. “Desde que o profissional tenha argumentos, resultados consistentes e comprove a sua evolução de forma concreta não há problema em abordar o tema com seu gestor direto”, completa.


Veja 7 dicas de especialistas da Robert Half para negociação salarial:

- Seja realista: entenda se a empresa está em posição de barganhar e saiba disso antes de tentar qualquer negociação salarial. Caso você esteja pleiteando uma oportunidade em uma ‘start-up’ nova, ou em uma empresa que tenha anunciado recentemente demissões ou fraco resultado financeiro, a chance de obter êxito pode ser limitada.

- Seja assertivo: não entre em negociações sem fazer a sua lição de casa. Pesquise sobre as últimas tendências de salário em sua cidade, segmento de atuação e cargos, revendo estudos e publicações sobre remuneração, além de conversar com colegas e headhunters.

- Espere sua chance: tenha paciência e aguarde o executivo colocar o tema “salário” na pauta da entrevista e certifique-se de compreender plenamente os requisitos da vaga antes de responder perguntas sobre o salário desejado. Consulte potenciais empregadores sobre qual seria uma boa margem de negociação para a posição almejada, evitando propostas nem muito acima e nem muito abaixo da realidade.

- Busque sua meta: se a proposta salarial oferecida pelo executivo não atender à sua expectaiva, não há problema em propor uma compensação extra. É comum que empregadores iniciem a conversa pelo valor mais baixo, dando margem a negociações.

- Não blefe: nunca é uma boa estratégia enganar ou omitir informações sobre sua remuneração atual ou sobre ofertas de emprego com remunerações superiores na tentativa de obter mais vantagem financeira. Em vez disso, tente reforçar o seu valor para a empresa e seja honesto sobre o salário desejado.

- Não pense apenas na questão financeira: certifique-se de analisar todos os aspectos de uma oferta de emprego. Um pacote de benefícios generoso ou oportunidades de aprendizado e crescimento podem compensar um salário menor inicialmente, por exemplo.

- Termine em bom tom: caso as negociações não saiam da forma esperada, e você decida declinar a oferta, faça isso de forma elegante e em tom de agradecimento. Nunca se sabe quando se pode encontrar o executivo novamente.


Fonte: G1 Concursos e Emprego - Globo.com

sexta-feira, agosto 31, 2012 Postado por Unknown 0

25 de agosto de 2012

Notícia: Exame de Suficiência busca a consolidação

Três edições depois de ganhar caráter obrigatório, a prova vem estimulando a reflexão sobre o ensino da Contabilidade no País

Ele ainda é um jovem, inexperiente. Enfrenta algumas dificuldades naturais da tenra idade, mas procura aprender com os erros para evoluir. Retomado com caráter obrigatório para o exercício da profissão em 2011, o exame de suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) segue rumo à maturidade. Após três edições com resultados oscilantes, o objetivo é consolidar um patamar de aprovação maior nos próximos anos. E o passo seguinte neste processo será dado em 23 de setembro, quando a avaliação ocorre pela quarta vez consecutiva.

“Acreditamos que, a partir do sexto exame, vamos ter resultados na faixa de 65% a 70% de aprovação. A prova é um importante instrumento de proteção para a sociedade, que diz se o nosso profissional está apto a exercer a profissão”, acredita o presidente do CFC, Juarez Domingues. Enquanto esse índice elevado de efetividade não chega, a situação de momento preocupa o dirigente. Nem metade dos bacharéis inscritos nas provas já realizadas conseguiu aprovação.

O cenário, na avaliação do presidente do CFC, demonstra a necessidade de melhoria no ensino da contabilidade. Apenas desta forma será possível alcançar resultados positivos na prova de forma permanente, na avaliação de Domingues. Neste sentido, ele enfatiza que há carência de investimentos nas estruturas oferecidas pelas universidades, como bibliotecas e laboratórios, e na capacitação dos docentes.

A escassa quantidade de mestres e doutores nas faculdades brasileiras é um dos principais pontos a ser tratado. “Mais de 90% das universidades brasileiras não têm mestres e doutores. A maioria das instituições não quer investir na formação dos seus professores. Mudar isso é determinante para haver melhoria no processo de ensino”, defende Domingues. Para estimular o aperfeiçoamento desses profissionais, o Conselho Federal fechou parcerias com as universidades portuguesas de Aveiro e Minho. Os acordos devem entrar em vigor em 2013. A intenção é, em dois anos, disponibilizar 110 vagas para professores que desejam se tornar mestres ou doutores.

Entretanto, a responsabilidade pelo desempenho abaixo da média constatado até então não é somente dos cursos. “O ensino não é uma via de uma mão só. É necessário que o aluno queira estudar, procure se aprimorar e busque novos conhecimentos. Acredito que estava faltando um pouco dessa atitude nos primeiros exames, mas agora isso está começando a mudar”, analisa Clóvis Kronbauer, professor de Ciências Contábeis na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Quem aposta na preparação para a prova acaba colhendo os frutos. É o caso da contadora Simone Leite, formada na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) no início de 2011. Ela conseguiu a aprovação logo no primeiro teste conduzido pelo CFC. “Em dois sábados, participei de um grupo de estudos que os professores da faculdade organizaram para tirar dúvidas. Isso me ajudou bastante”, diz. Além disso, Simone procurou os exames anteriores, quando o cunho ainda não era obrigatório, para revisar os conteúdos abordados.


Fonte: Jornal do Comércio | Fernando Soares
sábado, agosto 25, 2012 Postado por Unknown 0

Debate: Afinal de contas, o que faz um contador?

Aconteceu na última sexta-feira (24) na Faculdade Anhanguera de Bauru com início as 19h30 um debate com o tema "Afinal de contas, o que faz um contador?" coordenado pelo Prof. Esp. Antonio Fernando Coelho, graduado em Administração e em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário Moura Lacerda; Pós-graduado em Administração Financeira pela Universidade de São Paulo e em Gestão Estratégica de Negócios pela Anhanguera Educacional. É coordenador de curso e professor de cursos de graduação, pós-graduação e autor de livros; 23 anos de atuação na área contábil, fiscal, de auditoria independente e consultoria financeira.

A finalidade foi esclarecer aos alunos de todas as séries de contábeis as rotinas estratégicas e operacionais de um contabilista, objetivando tornar a visão dos acadêmicos mais clara a respeito da profissão.


Iniciando sua apresentação com a frase "
O empresário acredita que você sabe tudo!" chamou a atenção dos presentes para uma questão fundamental, a atualização profissional, onde o conhecimento e a dedicação são bases para uma carreira promissora, além dos pontos éticos.

Como abrir uma empresa? Que regime tributário optar? Obrigações acessórias. Atendimento a fiscalização, tratativas fiscais e contábeis do cotidiano, além da contabilidade como ferramenta orientadora e estratégica nortearam o debate, rico na exposição, e temas abordados de modo claro e objetivo.


Esse debate deu sequência ao projeto "Contabilidade na Sexta", organizado pela coordenação e professores do curso de Ciências Contábeis da Faculdade, promovendo atualização e maiores conhecimentos da profissão pelo meio acadêmico.




Fotos:





Por Jairo César Pereira
sábado, agosto 25, 2012 Postado por Unknown 1

24 de agosto de 2012

Presidente do CRC SP e delegados visitam prefeito de Bauru

Comitiva também se reuniu com diretores e coordenadores dos cursos de Ciências Contábeis das universidades e lideranças da região

O CRC SP e a Prefeitura de Bauru deverão formalizar, em breve, um convênio para que os Profissionais da Contabilidade que atuam na região façam um trabalho de cooperação na administração pública. 

A proposta foi feita durante visita do presidente do CRC SP, Luiz Fernando Nóbrega, e de nove delegados da região. A ideia é oferecer assistência contábil à administração pública, além de auxílio na fiscalização dos Profissionais da Contabilidade que atuam na abertura de empresas. 

Para viabilizar a ação, será criado um canal que permitirá à Prefeitura consultar, se aquele Profissional da Contabilidade que está abrindo uma empresa, por exemplo, está em dia com o exercício profissional, ou seja, não é alvo de nenhuma autuação. "O prefeito Rodrigo Agostinho nos recebeu de braços abertos e gostou muito da proposta. Agora só falta acertar os detalhes para começarmos o trabalho", disse Nóbrega. 

A cidade é a quinta, no ano, visitada pela comitiva que também já passou por Araçatuba, Marília, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Em outros municípios, o CRC SP já atua na assistência de profissionais interessados na formalização do MEI (Micro Empreendedor Individual), na orientação contábil a entidades assistenciais e na fiscalização do controle do exercício da atividade do Profissional de Contabilidade.

Fonte: CRC-SP

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sexta-feira, agosto 24, 2012 Postado por Unknown 0

21 de agosto de 2012

Notícia: Profissão de contador vive bom momento no mercado

Segundo entidades do setor, a maioria dos graduados é absorvida pelo mercado de trabalho imediatamente após a formatura.

Aumento de investimentos estrangeiros e a adoção de regras internacionais de contabilidade estão provocando aumento na demanda por profissionais. Como consequência, os salários também estão ficando mais altos.

Divulgada na última semana, a 5ª Edição do Guia salarial da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, mostra que os salários de profissionais com cargos de gerência na área de contabilidade e finanças tiveram valorização de 15% a 20% no último ano. O piso salarial de um coordenador contábil, por exemplo, pode chegar a R$ 13 mil.

Os setores mais aquecidos com relação à demanda desses profissionais são os de bens de capital, construção civil, petróleo e gás. "O atual momento do Brasil e investimentos para Olimpíadas e Copa do Mundo fazem com que esses segmentos demandem mais profissionais", diz a gerente de recrutamento da Robert Half, Marcela Esteves.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP), Luiz Fernando Nóbrega, um recém-graduado com boa formação entra no mercado com remuneração de ao menos R$ 2 mil. "Vivemos um excelente momento. Surgem muitas vagas e se formam poucos profissionais. Falta mão de obra", afirma ele. O CRC estima em 15 mil o número de contadores que se formam anualmente, mas não possui dados sobre a falta de profissionais. Oficialmente, são 500 mil registrados no Brasil, sendo 140 mil no Estado de São Paulo.

Para o coordenador do curso de graduação em ciências contábeis da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), Márcio Luiz Borinelli, a boa fase pode ser explicada por um conjunto de fatores. "Cada vez mais há investidores estrangeiros chegando ao Brasil. Nesse sentido, as empresas crescem ou mudam de configuração, sendo então obrigadas a cumprir exigências contábeis. Para isso, precisam de contadores", diz o professor.

A estudante Viviane Rinaldi vai se formar no fim do ano, mas já foi efetivada. "O mercado está aquecido", observa. Ela, porém, diz que esse quadro não é garantia de sucesso. "É fácil encontrar trabalho. Mas para ficar e crescer, tem de trabalhar muito. É preciso ter dedicação total, porque as leis mudam muito." Viviane conta que chegou a receber uma proposta por semana. Recebia convites de conhecidos, ligações de empresas, e-mails para entrevistas, além de informações de processos seletivos de grandes companhias.

Para ela, isso pode ser um canal de negociação para melhorias de salário. Na empresa onde trabalha (Viviane pediu para não identificar), se um profissional de qualidade recebe uma oferta de emprego, é muito provável que haja uma contraproposta de promoção ou aumento salarial.

Reguenild Kartnaller da Costa acaba de se formar e vivencia um cenário parecido. Mesmo enquanto era estudante, recebia diversas propostas. "Eu estava em uma empresa da indústria moveleira. Ligaram para mim de outra companhia com uma proposta e acabaram me levando. Não tive nem tempo de respirar", afirma. Hoje, ela trabalha em uma grande companhia de aviação.

Reguenild acredita que o segredo está na dedicação. "Não é porque sai de uma faculdade, que está totalmente preparada. Tem de estudar muito", diz. Para ela, um profissional desatualizado vai encontrar dificuldades para conseguir um emprego.


Foi buscando essa atualização que Geoge Sussumu Chinen resolveu cursar ciências contábeis. Formado em administração, ele era gerente financeiro da organização onde trabalha, mas viu a necessidade de iniciar o segundo curso ao precisar fazer diversas atividades de contador. Para ele, é importante ter contato com as áreas de atuação para depois decidir qual rumo seguir.

De acordo com Nóbrega, são várias as opções de áreas com grande crescimento. O campo de auditoria é crescente e o de perícia contábil oferece bons salários. "No terceiro setor também há oportunidades promissoras. Elas têm contabilidade bastante específica e rígida por precisarem fazer prestação de contas", conta. Apesar disso, cerca de 30% das contratações estão nos tradicionais escritórios de contabilidade. 

Desafios - O mercado brasileiro de ciências contábeis passa por grandes mudanças. Em 2005, o País aderiu às normas internacionais de contabilidade. Houve prazo de adaptação até que em 2010 as empresas tiveram de fechar suas planilhas de contabilidade dentro das novas regras.

De acordo com Borinelli, o profissional formado no Brasil ganhou mais visibilidade e pode até atuar fora do País. Apesar disso, ainda falta profissional com conhecimento das normas internacionais. "Conheço coordenadores de RH de grandes empresas que demoraram até um ano para encontrar esse tipo de profissional."

Fonte: Estadão.com.br por BERNARDO CARAM

terça-feira, agosto 21, 2012 Postado por Unknown 0